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Queluz National Palace (Palácio Nacional de Queluz)O Palácio Nacional de Queluz fica no Largo do Palácio, 2745-191 Queluz, entre Lisboa e Sintra, a cerca de 15 quilómetros do centro de Lisboa. Em 1747, começou a ser construído um novo palácio para o Infante D. Pedro (mais tarde rei D. Pedro III), no local de um antigo pavilhão real. Ao longo dos anos, o palácio foi sendo ampliado, e as principais obras de remodelação foram feitas na década de 1780, no reinado da rainha D. Maria I. Com o passar do tempo, foram acrescentados ao projeto elementos rococó e neoclássicos. O nome oficial é Palácio Nacional de Queluz, mas também é conhecido como o «Versalhes português». Queluz foi o palácio de verão da monarquia portuguesa. Depois de um incêndio ter destruído o Palácio da Ajuda em 1794, Queluz passou a ser a residência principal da família real até 1807. Nesse ano, a corte foi obrigada a mudar-se para o Brasil por causa da invasão do exército francês. A Sala Dom Quixote é uma das salas mais famosas do palácio. O palácio tem muitas salas, entre elas a Sala do Trono, a Sala dos Embaixadores, a Sala da Música e os aposentos reais. Na Sala da Música há um pianoforte Clementi. A sala foi concebida por Mateus Vicente de Oliveira. Os jardins de estilo francês, criados no século XVIII, têm estátuas de figuras mitológicas e um canal. Há também sebes de buxo. Os espaços exteriores recebem espetáculos da Escola Portuguesa de Arte Equestre. O palácio está aberto todos os dias, das 9h00 às 18h00. A partir do Rossio e de Entrecampos, o comboio da linha de Sintra demora cerca de 30 a 40 minutos a chegar ao destino.Largo do Palácio, 2745-191 QueluzMuseus
Quimera BrewpubO Quimera Brewpub fica na Rua Prior do Crato 6, 1350-261 Lisboa, no bairro de Alcântara. Ocupa um túnel do século XVIII com paredes de pedra rústica e tetos abobadados. Em tempos, o túnel servia de passagem aos cavalos reais a caminho do Palácio das Necessidades. O antigo palácio real acolhe hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros português. Diz a lenda que D. Manuel II, o último rei de Portugal, usou o mesmo túnel para fugir durante a revolução republicana de 1910. O pub abriu em junho de 2016 pelas mãos do casal Adam Heller e Raquel Nicoletti. Adam é um chef de Chicago que foi chefe de cozinha do restaurante Insólito. Veio a Lisboa pela primeira vez com os pais, que tinham lido sobre a cidade no The New York Times, e alugaram um apartamento ao lado do da Raquel. Raquel é uma artista brasileira de circo e teatro, além de música com formação clássica, e vivia em Lisboa há muitos anos. Os dois conheceram-se, apaixonaram-se e acabaram por casar. Aqui, a produção é uma prioridade. Doze torneiras servem uma seleção rotativa que junta as cervejas artesanais da própria Quimera a cervejas convidadas. A pequena cervejeira fica num piso inferior do mesmo edifício, e Adam passa a maior parte dos dias a tratar dela. A sua Flemish Red Ale e a Peach Gold, ambas envelhecidas em barril, foram premiadas no Concurso Internacional de Lyon de 2025. Há também outras bebidas para diferentes gostos. A carta inspira-se nas delis de Nova Iorque e centra-se em sandes e hambúrgueres gourmet. A Pastrami Sandwich leva carne de vaca portuguesa curada e depois estufada em cerveja, finalizada com pimenta preta e molho de mostarda. A Reuben Sandwich combina carne de vaca braseada em cerveja, queijo, chucrute e molho Thousand Island. A carne curada é braseada em cerveja durante 24 horas. A Salmon Toast leva salmão fumado, alcaparras, rúcula, cebola roxa e queijo creme. Já o Kimchi Burger junta carne de vaca local a kimchi caseiro e molho sriracha. A carta inclui ainda opções vegan e vegetarianas, entradas e refeições ligeiras. As sandes são servidas em pão artesanal da padaria Gleba ou em focaccias da Pausa & Crescente, acompanhadas de chips de batata e salada coleslaw. A cozinha também fermenta os seus próprios legumes, como o chucrute e o kimchi. A música ao vivo faz parte da programação, com noites de jazz e sessões de open mic. O espaço pode ser reservado para festas privadas e eventos especiais. O horário é das 17:00 às 23:00 à quarta e à quinta-feira, das 17:00 à meia-noite à sexta e ao sábado, e das 17:00 às 22:00 ao domingo.AlcântaraBares de Bairro & Pubs
Sala de CorteO Sala de Corte é uma steakhouse no bairro do Cais do Sodré, em Lisboa, na Praça Dom Luís I, 7, 1200-148. Abriu portas em 2015. Serve almoço e jantar todos os dias, das 12h00 às 15h00 e das 19h00 à meia-noite. A identidade desta steakhouse assenta nos cortes. A carne de vaca é maturada no próprio restaurante e depois grelhada num grelhador a carvão Josper. O chefe de cozinha do Sala de Corte é Antonio Ribeiro. Os cortes da carta incluem Vazia, Entrecôte, Lombo, Chateaubriand, Lomo Bajo, T-Bone e Kobe Rib Eye. Também consta da carta o Chuleton de Vaca Vieja, um Rib Eye com osso, maturado a seco. Sugere-se ainda que os clientes peçam, como acompanhamento, o esparregado de espinafres e o puré de batata com trufa. Diz-se também que a equipa de sala ajuda os clientes com dúvidas e recomendações sobre os cortes e sobre como pedir a carne, sobretudo quando se trata de um grupo que vai partilhar. O Kobe Rib Eye vem do Japão e é certificado pela Kobe Beef Marketing & Distribution Promotion Association. Entre os elementos expostos no restaurante está uma estatueta de bronze, atribuída aos estabelecimentos autorizados a vender esta carne certificada. Apenas um pequeno número de restaurantes fora do Japão tem esta distinção. Em 2026, o World's Best Steak Restaurants publicou a sua primeira lista dos 50 melhores restaurantes de carne da Europa, e o Sala de Corte ficou em 50.º lugar. É a única steakhouse em Portugal a receber este reconhecimento. Entre os outros restaurantes do ranking contam-se estabelecimentos em Milão, Paris, Madrid, Glasgow e Barcelona. Segundo o Sala de Corte, este reconhecimento é um indicador do trabalho árduo da equipa. Para garantir mesa, convém fazer reserva. Um artigo sugere que poderá ser necessário reservar com semanas de antecedência.Cais do SodréRestaurantes
Senhor UvaO Senhor Uva era um bistrô de bairro descontraído e sem pretensões em Lisboa, que servia criativas placas sazonais para partilhar a par de uma seleção de vinhos naturais marcada pelo terroir, nascido da visão conjunta da Chef Stephanie Audet e do Sommelier Marc Singh Davidson. Trabalhava em estreita colaboração com agricultores locais para obter produtos frescos e sazonais e aliava uma carta de vinhos em constante evolução a um serviço atento e descontraído. Após sete anos, encerrou, e a equipa encontra-se agora no próximo PINOT bar de vinhos.LapaRestaurantes
Tacho da MemóriaO Tacho da Memória é um restaurante português situado na Rua Francisco Relvas Marques 2, 2675-218 Odivelas, na zona de Odivelas. Está encerrado à segunda-feira. De terça-feira a sábado abre para almoços, das 12h00 às 15h00, e volta a abrir para jantares, das 19h00 às 22h30. Ao domingo serve apenas almoços, das 12h00 às 15h00. Segundo uma reportagem da NiT, o restaurante servia comida portuguesa de qualidade em Odivelas há 14 anos. A publicação descreve-o como um dos mais conhecidos da cidade. Rui Dantas, então com 49 anos, define-o como um típico restaurante português. Gere o projeto com a mulher, Manuela Dantas. Ela trabalhou 18 anos no hotel Lapa Palace, em Lisboa, e ele também vem da hotelaria, com passagem por vários restaurantes de hotel. Dois anos antes do artigo, o casal abriu outro espaço em Odivelas, o À Mesa, com uma carta mais dedicada aos risotos. O artigo conta que, no início de junho, o restaurante ganhou uma segunda morada no Parque das Nações, em Lisboa. Rui Dantas afirmou que era o momento certo para crescer e chegar à capital. O casal chegou a ver outras zonas da cidade, mas o Parque das Nações pareceu-lhes a mais indicada. As obras demoraram vários meses. A carta e a decoração são muito semelhantes às de Odivelas. O novo espaço tem duas salas interiores, uma com 50 lugares e outra para 45 pessoas, o que é mais adequado para grupos. A esplanada acrescenta mais 50 cadeiras. O artigo enumera alguns pratos da carta do Parque das Nações, que diz ser igual à de Odivelas. Nas entradas há sopa de tomate com ovo escalfado a 3,90€, creme de marisco com camarão a 4,20€ e amêijoas à Bulhão Pato a 14€. Nos pratos principais há bochechas de tamboril com migas de grelos e alho a 11,50€, bacalhau com broa a 11,70€, polvo à lagareiro com cebola frita a 13,90€ e açorda de camarão a 11,20€. Há ainda lombo de vaca com molho de natas e cogumelos a 14,90€. Ao almoço, o restaurante do Parque das Nações tem sempre prato do dia, com uma opção de carne e outra de peixe. Estes pratos não fazem parte da carta habitual, mas seguem o mesmo conceito. Os preços variam consoante os ingredientes utilizados. O artigo aponta um preço médio entre 20€ e 30€ neste espaço. O prato preferido de Rui Dantas é o arroz à lagareiro. Para conquistar novos clientes, convida-os a provar a comida da casa e a conhecer a forma de trabalhar na cozinha.OdivelasRestaurantes
Teatro Taborda1100-022 LisboaMourariaTeatros, Cinemas & Salas de Espetáculos
TopoO Topo é um bar de cocktails e restaurante num rooftop em Lisboa, na categoria de bares e vida noturna. Ocupa o sexto piso do Centro Comercial Martim Moniz, na Praça Martim Moniz, no bairro da Mouraria. A morada completa é Centro Comercial Martim Moniz, 6 Andar, 1100-341 Lisboa, e uma das listagens indica a loja como sala I. O terraço está virado para o bairro da Mouraria e para o Castelo de São Jorge, e a vista é descrita como desimpedida. Um resumo situa a abertura em meados da década de 2010. Para chegar ao bar, é preciso fazer uma subida discreta pelo centro comercial a partir da praça. O rooftop fica no topo do edifício e está rodeado de ar livre e não de vidro. As mesas estão espalhadas por uma plataforma de betão, e o ruído da cidade chega atenuado pela altura. Outro relato sugere ocupar um dos bancos de madeira no exterior e ficar a saborear um cocktail com petiscos portugueses. Do terraço, a Mouraria estende-se encosta abaixo, à esquerda, o castelo domina o horizonte lá em cima e os telhados de terracota preenchem o plano intermédio. À tarde, a luz percorre as muralhas do castelo. O Topo é também restaurante. Na edição de janeiro/fevereiro de 2016, a AFAR citou Epalanga, segundo quem o chef Miguel Simoes de Almeida prepara pratos portugueses com um toque moderno e global. O conselho de Epalanga era provar os croquetes de alheira. Esse artigo descreve o edifício como um pequeno centro comercial. O espaço tem uma dupla vocação. De dia é um terraço descontraído e, mais tarde, transforma-se num bar de cocktails animado. Segundo o En Primeur Club, o terraço atrai uma mistura de locais e visitantes bem informados, que o encaram como um ritual de fim de dia de trabalho e não como uma paragem turística. A mesma fonte refere que quem chega antes do pôr do sol fica com os melhores lugares junto ao parapeito. A afluência aumenta à medida que a luz diminui e as luzes do castelo se acendem, e a noite vai ganhando ritmo ao longo de uma ou duas horas. O conselho é chegar antes do pôr do sol. A mesma fonte afirma que o Martim Moniz não é o Bairro Alto nem o Príncipe Real. Descreve a praça como estando no cruzamento entre as mais antigas comunidades migrantes da cidade e as suas mais voláteis pressões imobiliárias. Acrescenta que os bares e restaurantes que ali se instalaram se relacionam com o bairro de forma diferente dos espaços de zonas mais requintadas. O Topo abre todos os dias às 12h30. Fecha à 01h00 de segunda a quarta-feira e ao domingo, e às 02h00 de quinta-feira a sábado. O En Primeur Club indica um preço de $30–50 por pessoa, recomenda reserva e refere que o código de vestuário é casual.MourariaBares & Vida Noturna
Valdo GattiO Valdo Gatti é um restaurante no Bairro Alto, em Lisboa, na Rua do Grémio Lusitano 13, 1200-211 Lisboa. Apresenta-se como autenticamente italiano e serve pizza artesanal feita com ingredientes naturais e biológicos. As pizzas em forno a lenha são o prato de assinatura, e a cozinha prepara também gnocchi, um risotto de cogumelos com trufa e sobremesas caseiras. Entre as opções do menu contam-se a Fiorentina, a Salsiccia e patata, a Bufalotta e uma Pannacotta vegan. O interior é descrito como acolhedor e rústico. A massa é o ponto de partida da confeção. Começa com uma farinha semi-integral biológica, de origem inteiramente italiana e feita a partir de cereais não geneticamente modificados; o menu indica a Farinha Petra Quaglia Bio. A cozinha acrescenta-lhe o seu próprio fermento natural caseiro, chamado lievito madre, além de água, sal natural colhido à mão e azeite virgem biológico extraído a frio. A massa leveda depois lentamente, em ambiente e temperatura controlados, durante uma média de 2 dias. Os pizzaiolos estendem-na à mão para formar um cornicione, que dá à base um rebordo macio. Por último, entram as coberturas frescas, naturais e biológicas. Segundo o restaurante, o resultado é uma pizza natural e artesanal, com baixo teor de glúten e de fácil digestão. O restaurante trabalha apenas com agricultores e produtores de Itália e de Portugal que partilham os seus valores de sustentabilidade. Entre os fornecedores referidos no menu estão a Dulfar Bio, para o azeite, a Salumificio Pedrazzoli, a Quintas da Caldeirinha, a Amoreira da Torre, a Ponte Reale Bio, para a mozzarella e a Bufala DOP Campana, e a Tomarchio Bio Siciliana. Mais de 90% dos seus produtos são biológicos, frescos e naturais. Evita, na medida do possível, pesticidas, herbicidas, alimentos geneticamente modificados, hormonas e antibióticos, e fala de um ambiente livre de tóxicos. Há opções vegetarianas e vegan. O restaurante está aberto de segunda a sexta-feira, das 12h00 às 16h00 e novamente das 17h00 às 23h00, e ao sábado e domingo, das 12h00 às 23h00. Os clientes são atendidos por ordem de chegada. Quando não há mesas livres, podem deixar o nome e o contacto numa lista de espera virtual e serão avisados quando vagar uma. As mesas que ainda estejam disponíveis também podem ser reservadas online. Para quem prefere comer em casa, as entregas são feitas através da aplicação Glovo, embora o restaurante avise que a experiência e a qualidade do produto não são as mesmas depois da entrega. Estacionar nas ruas estreitas de calçada do Bairro Alto é difícil, pelo que se sugere táxi, TVDE ou transportes públicos, como o funicular Elevador da Glória ou o autocarro 758.Bairro AltoRestaurantes
A ObraA Obra é um restaurante na Rua da Silva 21, 1200-446 Lisboa, no bairro de São Bento, em Lisboa. Abre todos os dias da semana, das 12:00 às 24:00. A cozinha segue um estilo contemporâneo e serve comida portuguesa descrita como honesta e criativa, utilizando ingredientes de produtores locais. Funciona também como bar de vinhos. A cozinha centra-se em comida de conforto portuguesa, sazonal e reinventada. Em vez da habitual comida pesada para turistas, a cozinha pega em ingredientes nacionais tradicionais e em receitas antigas e aplica-lhes técnicas culinárias modernas, para que os sabores e as texturas individuais se destaquem. O menu roda com as estações e adapta-se aos produtos locais e ao pescado fresco disponíveis. O restaurante nasceu do desejo de celebrar os sabores autênticos portugueses sem ficar preso a uma apresentação histórica rígida. A carta de vinhos privilegia vinhos portugueses raros e de pequena produção, e garrafas regionais de produção limitada fazem parte da oferta. O ambiente é descrito como intimista, despretensioso e artístico. A Obra aceita cães e tem opções vegan. Um guia recomenda o arroz de polvo e a beringela assada, referindo que os clientes gostam deles. O restaurante fica na Rua da Silva, uma rua curta de cerca de 200 metros entre Santos e Santa Catarina. Os locais conhecem-na como Rua Verde, ou Green Street, e o nome vem das plantas e não de uma cor pintada: varandas, montras e fachadas transbordam de vegetação. Por volta de 2018, um morador local e o dono de um negócio vizinho começaram a repensar a rua, partilhando o gosto pelas plantas e uma preocupação com a sustentabilidade. Isso deu origem a um pequeno movimento de bairro, e a rua tornou-se um símbolo de vida comunitária com consciência ecológica. Hoje acolhe, de vez em quando, workshops, encontros e eventos comunitários que celebram a vida verde e apoiam os negócios locais. Chegar lá é simples. A rua fica a dez minutos a pé da estação do Cais do Sodré e perto do percurso cénico do elétrico 28, cuja paragem mais próxima é R. Poço Negros. Percorrer a rua de uma ponta à outra demora menos de dez minutos, e o melhor é vê-la como um desvio peculiar enquanto se vagueia pelas ruas cheias de cafés da zona. Os poucos outros espaços ali existentes são de gestão independente: a Tania Gil Jewelry oferece joalharia artesanal, a Buna Specialty Coffee fica mesmo ao virar da esquina e o Mambo serve pratos angolanos, senegaleses e cabo-verdianos. Um guia descreve estes lugares como discretamente interessantes e genuinamente locais.São BentoRestaurantes
Atira-te ao rioO Atira-te ao rio é um restaurante na Rua do Ginjal 69, 2800-284 Almada, no Cais do Ginjal, na margem sul do Tejo, mesmo em frente a Lisboa, do outro lado da água. O nome significa "atira-te ao rio" e a sala de jantar está, de facto, virada para o rio, para o mar e para o Atlântico. O horizonte é emoldurado pela Ponte 25 de Abril e a vista abrange a zona antiga de Lisboa. Abre todos os dias, das 12:30 às 16:30 e novamente das 19:00 às 22:30. A cozinha segue as estações, utiliza ingredientes no seu auge e dá prioridade a fornecedores portugueses. Os legumes são biológicos e o peixe do mar chega fresco todos os dias. As sugestões diárias são ditadas pela qualidade desses ingredientes e pela paixão com que são confecionados. O restaurante aponta a boa comida, a boa música, a hospitalidade calorosa e a simplicidade como as suas características. Um visitante classificou o menu como tipicamente português, com pratos bem apresentados e saborosos, e pediu uma salada de polvo e camarões. Outro, que jantou em dezembro de 2025, comeu salmão teriyaki com puré de batata-doce e pak choi por 22,00 €, camarão à guilho (Camarão à Guilho) por 16 € e uma garrafa de vinho Oxalá Granítico por 23 €. Um visitante refere que o pessoal é muito simpático e que é possível ver os cozinheiros a trabalhar na cozinha aberta. No exterior há uma esplanada com aquecedores e mantas e, no interior, uma sala com lareira acesa. No inverno, as grandes janelas mantêm a vista quase tão boa como lá fora. Estar sentado sobre o rio pode ser ventoso e fresco após o pôr do sol, pelo que se aconselha um casaco ligeiro ou uma camisola. Uma fonte refere que o restaurante está sempre cheio e recomenda fazer reserva. Para lá chegar a partir de Lisboa, apanhe o ferry no terminal do Cais do Sodré para Cacilhas, uma travessia barata de cerca de 10 minutos, e caminhe depois cerca de 10 minutos ao longo do antigo cais. Estacionar no cais estreito é complicado, pelo que se sugere deixar o carro. O percurso passa perto da Escadaria da Boca do Vento, onde um elevador sobe até ao topo de Almada, e a estátua do Cristo Rei fica a uma curta distância. É também mencionado um serviço de barco-táxi, que parte de qualquer cais em Lisboa. Os antigos armazéns ao longo do percurso já não existem; um plano de requalificação abrange cerca de 90.000 metros quadrados, incluindo cerca de 300 habitações, lojas e serviços, um hotel com 160 quartos, equipamentos sociais e 500 lugares de estacionamento. O Ponto Final é um restaurante nas proximidades.AlmadaRestaurantes
Café de São BentoO Café de São Bento fica na Rua de São Bento 212, 1200-821 Lisboa, na zona de São Bento. Segundo o Google, este restaurante situa-se perto do Parlamento português. Serve almoço das 12:00 às 15:00 e jantar das 19:00 à 1:00, todos os dias da semana. O site do restaurante refere que, há mais de duzentos anos, um homem de Nápoles chamado António Marrare abriu um café em Lisboa e criou uma receita de bife que se tornou muito famosa. Os fundadores do Café de São Bento procuraram esta receita de bife. Aperfeiçoaram a receita, que se mantém igual desde então. O site refere que os bifes são os melhores de Lisboa e que o restaurante está aberto há mais de 40 anos. O prato de assinatura, Bife à Café de São Bento, está relacionado com o bife à Marrare. O corte é lombo (filet) ou vazia (contrafilé). É servido com um molho cremoso. A melhor forma de o saborear é com batatas fritas para aproveitar o molho. Segundo o Google, deve levar um ovo estrelado por cima. Há outros bifes na ementa. O bife à portuguesa é bife com alho e louro e é outro bife tradicional. Por fim, há o Bife Grelhado, que é um simples bife grelhado. O site menciona que há pratos tradicionais e modernos, bem como cartas separadas de comida e bebidas. O site descreve a sala da Rua de São Bento como uma homenagem aos cafés históricos de Lisboa. Especifica que os clientes devem tocar uma campainha e que o espaço é adequado para refeições demoradas. A crítica do Google alude ao facto de o espaço original ser pequeno, pelo que sugere reservas antecipadas de mesa para as noites de fim de semana. O TheFork é mencionado como um possível recurso para reservas. A crítica também recomenda vestuário mais formal. O restaurante tem outras sucursais. Uma fica no Time Out Market de Lisboa, no Mercado da Ribeira. Utiliza a receita original da casa. Outra fica no bairro da Baixa de Lisboa, com vista para a Rua das Portas de Santo Antão. O bairro é conhecido pelos teatros e espetáculos históricos da cidade. Uma quarta sucursal fica no centro histórico de Cascais, Portugal, na Rua Alexandre Herculano.São BentoRestaurantes
Casa IndependenteSituada no Largo do Intendente 45, 1100-285 Lisboa, a Casa Independente é um centro cultural e bar no bairro do Intendente, em Lisboa. Instalada num edifício histórico do século XIX, oferece uma programação de espetáculos musicais, exposições e festas. O espaço dispõe ainda de um terraço. Os horários indicados são de terça a quinta-feira, das 14h à meia-noite, sexta-feira, das 14h às 2h, e sábado, do meio-dia às 2h. Os horários dos restantes dias não estão indicados. O centro cultural abriu portas em 2012, no âmbito de um movimento de requalificação da zona, anteriormente conhecida pela prostituição e pelo tráfico de droga. Tem sido referido que a Casa Independente foi determinante para a transformação cultural de Lisboa. Tem sido igualmente referido que a Casa Independente tem sido o coração boémio do bairro e o estabelecimento noturno e musical mais relevante da zona. A Time Out Lisboa noticiou, a 29 de setembro de 2025, que o edifício tinha sido vendido e que o arrendamento não tinha sido renovado. Craveiro Lopes e Valdez foram notificados da venda em outubro de 2023. A dupla pretendia mudar o projeto para outro espaço até março de 2026. Mais recentemente, o responsável pelo projeto chegou a acordo para prolongar o projeto por mais um ano. Na sequência deste acordo, o projeto fechará portas em dezembro de 2026. Segundo o responsável pelo projeto, várias soluções para prolongar o funcionamento do projeto para além de 2026 não tiveram êxito. O responsável pelo projeto acrescentou que, durante o atual mandato autárquico, os esforços do projeto para utilizar um edifício municipal, sob a proteção da atual câmara municipal, não tiveram êxito. O responsável pelo projeto considera que o proprietário do edifício, tal como muitos proprietários de edifícios em Lisboa, optou por promover projetos mais lucrativos, como hotéis e condomínios, em vez de apoiar projetos culturais. Uma vez que o projeto se prepara para fechar portas, o responsável pretende implementar programas que afirmem o centro como um projeto de resistência e de celebração. Tal como referido por On the Grid, o bairro do Intendente tem uma população diversificada e multicultural. A zona tem vindo a melhorar nos últimos anos e apresenta uma mistura de edifícios do século XIX.IntendenteCafés & Casas de Café
Clara ClaraO Clara Clara é um café e uma cafetaria no bairro da Graça, em Lisboa, gerido como um quiosque ao ar livre com esplanada. Fica dentro do Jardim Botto Machado, um jardim frondoso no Campo de Santa Clara, e a morada é Campo de Santa Clara, 1100-474 Lisboa. O espaço é descrito como uma presença muito querida do bairro. O cenário é uma parte importante do que as fontes destacam. O jardim fica mesmo em frente ao Panteão Nacional, e o quiosque é descrito como debruçado sobre esse monumento. O local oferece também amplas vistas sobre o rio Tejo. Outra descrição situa o café no próprio coração da Feira da Ladra, na mesma praça histórica, o Campo de Santa Clara, onde fica o jardim. A oferta é descontraída e acessível. O Clara Clara serve petiscos leves, bebidas frescas e mimos reconfortantes para o dia, tudo num cenário ao ar livre, entre a folhagem do jardim. O horário é o mesmo todos os dias: o quiosque está aberto de segunda a domingo, feriados incluídos, das 10:00 às 21:00. O Clara Clara é descrito como um quiosque, e este tipo de espaço tem uma longa história na cidade. Um artigo no Portugal.com refere que raramente se percorre mais do que alguns quarteirões em Lisboa sem dar com outro dos quiosques hexagonais. O primeiro abriu em 1869, na Praça do Rossio. No início serviam vinho e cerveja e, mais tarde, acrescentaram petiscos tradicionais como o peixe frito, o que atraía uma mistura de gente, dos trabalhadores das docas à elite lisboeta. Os seus desenhos apresentam traços do movimento Arte Nova, enquanto as cúpulas no topo, chamadas muqarnas, refletem a influência da invasão moura de Portugal, em 711. Estes espaços de convívio ofereciam comunidade e um lugar para todos até aos anos 1930. Quando Salazar chegou ao poder, o seu regime, conhecido como Estado Novo, visava promover o corporativismo e desencorajava o convívio em público. Os quiosques, enquanto centros da vida social, foram negligenciados e, por fim, abandonados. O relato do artigo sobre o seu renascimento começa em 2009, com Catarina Portas, uma lisboeta. Para o encontrar, procure o Campo de Santa Clara no bairro da Graça, com o código postal 1100-474 Lisboa, e o jardim em frente ao Panteão Nacional. Como o quiosque abre às 10:00 e fecha às 21:00 todos os dias da semana, a visita é possível da manhã até à noite, também nos feriados.GraçaCafés & Casas de Café
Coliseu dos RecreiosO Coliseu dos Recreios é um auditório e sala de concertos situado na Rua das Portas de Santo Antão 96, no Bairro Alto, em Lisboa. Fica numa rua movimentada, com grande circulação de peões. A lotação varia consoante a configuração do evento. A sala foi inaugurada a 14 de agosto de 1890 com a opereta Boccaccio, do compositor croata Suppé. A sala foi projetada em forma de eneágono. A cobertura do Coliseu dos Recreios é uma cúpula de ferro construída na Alemanha. A cúpula mede 48,68 metros. Foi içada para a sua posição a um ritmo de 2 metros por hora. Ainda em 1890, tiveram início os espetáculos de circo, que, desde então, têm sido uma parte importante das atividades culturais do Coliseu. A primeira atuação registada foi a 18 de outubro desse ano. Uma Companhia Equestre e Acrobática combinou vários números, incluindo Awata, o malabarista japonês, Mlle. Jany, a artista de alta escola equestre, Virginia Aragón, a família de acrobatas Christian e Kitchee, que usava bambu seco. Além disso, Hagen-beck exibiu elefantes amestrados, um artista chamado Fernandez utilizou a barra fixa e havia vários palhaços. Realiza-se no Coliseu um Circo de Natal, e a edição de 2026 terá lugar de 6 a 27 de dezembro. A partir de 1923, Ricardo Covões ampliou a sua programação cultural. Os tipos de espetáculos no Coliseu incluíam espetáculos de revista, patinagem e boxe, bem como óperas, peças de teatro e bailados. Também se realizaram Bailes de Máscaras no Coliseu. Implementou uma política de preços acessíveis, para que o público pudesse ter um acesso mais fácil à cultura. A 26 de fevereiro de 1994 deu-se a reabertura do Coliseu, no âmbito do programa "Lisboa 94". A partir de 2025, o Coliseu conta também com o Coliseu Club, um palco mais pequeno para espetáculos e concertos. A partir de outubro de 2026, haverá uma grande diversidade de espetáculos no Coliseu. O espetáculo Gilsons será apresentado no dia 17. Segue-se "Coisas Naturais", apresentado por Marina Sena, no dia 25. O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, será apresentado a 8 de novembro. Os bilhetes podem ser adquiridos em coliseulisboa.com.Bairro AltoTeatros, Cinemas & Salas de Espetáculos
Da Prata 52O Da Prata 52 é um restaurante situado na Rua da Prata 52, 1100-150 Lisboa, no bairro da Baixa, em Lisboa, Portugal. As descrições situam-no no coração do centro histórico da cidade. Uma delas escreve o nome daPrata52 e refere que o espaço é simultaneamente um bar de vinhos e um restaurante. As descrições classificam-no como um restaurante contemporâneo, e a primeira especifica a cozinha portuguesa. Apresentam-no também como popular e muito bem avaliado. Segundo a segunda descrição, a ementa adota abordagens contemporâneas aos sabores tradicionais portugueses e mediterrânicos. Dá particular destaque ao marisco fresco e às carnes ricas, e inclui também alternativas vegetarianas e veganas. O mesmo texto promete uma lista de destaques, mas o material disponível não nomeia nenhum, pelo que aqui não são mencionados pratos individuais. O horário de funcionamento segue um padrão semanal ligeiramente irregular. À segunda e à terça-feira, a listagem indica das 10:00 às 23:30. À quarta-feira abre mais tarde, às 17:00, e fecha às 23:30, à semelhança dos restantes dias. De quinta a sábado, o espaço surge listado como aberto das 10:00 às 23:30, novamente. A listagem não indica horário para o domingo. A página de um investidor imobiliário sobre a Rua da Prata 10-22, um edifício distinto na mesma rua, refere que este tem servido muitas vezes de cenário a fotografias de turistas. A página descreve esse edifício como um chamariz, com belas decorações e uma arquitetura de média altura, feito para resistir ao tempo e aos elementos. Tem seis pisos, com os níveis superiores reservados a escritórios. Forma um quarteirão inteiro juntamente com a Rua do Comércio, que pertence à carteira da mesma empresa. A mesma página associa toda a zona ao período posterior a 1755, quando o Grande Terramoto deixou o bairro em ruínas. Designa a Gaiola Pombalina como o primeiro exemplo de construção antissísmica. Hoje, muitos destes edifícios são ocupados por bancos, seguradoras e instituições públicas. A página acrescenta que existem muitas escolas e universidades nas proximidades, que o estacionamento é fácil e que os transportes públicos são excelentes, quer de metro, quer de barco. Defende que um escritório aqui ajuda a manter o equilíbrio entre a vida e o trabalho. No seu conjunto, o registo situa o Da Prata 52 no número 52 da Rua da Prata, na Baixa. Serve cozinha portuguesa contemporânea com influências mediterrânicas, com opções de marisco, de carne e de base vegetal, numa zona cujos edifícios datam do período posterior a 1755.BaixaRestaurantes
ElevenO Eleven é um restaurante no bairro das Avenidas Novas, em Lisboa, na Rua Marquês de Fronteira, 1070-001 Lisboa. Fica junto ao Jardim Amália Rodrigues, no topo do Parque Eduardo VII, num dos pontos mais altos da cidade. A descrição da Google apresenta-o como um destino moderno de fine dining que combina gastronomia mediterrânica com um design arquitetónico marcante e vistas panorâmicas. O próprio site do restaurante situa-o no ponto mais alto da cidade e menciona uma vista magnífica sobre a Cidade Antiga. A cozinha é dirigida pelo chef Joachim Koerper, que descreve a sua cozinha como mediterrânica e afirma trabalhar exclusivamente com produtos da época. O restaurante apresenta o seu conceito como uma cozinha mediterrânica sofisticada que utiliza apenas os produtos mais frescos disponíveis, e descreve a cozinha como criativa. Koerper apaixonou-se há muito tempo pela cozinha e pelos ingredientes do Sul da Europa. O conceito está intimamente ligado às suas competências e ao seu desejo de adaptar a sua criatividade ao local onde se situam os seus restaurantes. Isso significa recriar receitas tradicionais e encontrar novas formas de utilizar os ingredientes dos mercados locais. A sua carreira começou há 50 anos na Alemanha, o seu país natal. Ao longo das cinco décadas seguintes, viveu e cozinhou em vários países, onde se formou e ganhou experiência como chef. Descreve a ementa como uma viagem por esse percurso de vida, com criações construídas em torno dos lugares que mais significaram para ele, e espera que os comensais encontrem nelas a sua essência. O ambiente é descrito como cosmopolita e confortável. Cortinados, velas, luzes suaves e música transformam o espaço para criar uma atmosfera vibrante durante o dia e íntima à noite. O restaurante aconselha a reservar mesa com antecedência, e o site, disponível em inglês e português, apresenta uma opção de reserva. O Eleven também acolhe eventos para grupos, e o seu site apresenta-o como um local para celebrar momentos especiais, tanto pessoais como profissionais, incluindo casamentos. O site descreve o espaço como um local de uma beleza deslumbrante, destacando a sua localização e a sua vista. Para casamentos, os anfitriões podem receber os convidados no espaço situado no topo da colina e presenteá-los com as criações de Koerper. Está disponível uma sala privada com um terraço com vista sobre Lisboa. O espaço é descrito como cheio de carácter e originalidade. O almoço é servido das 12h30 às 15h00 e o jantar das 19h30 às 23h00, de segunda-feira a sábado.Avenidas NovasRestaurantes
Estrela da BicaA Estrela da Bica é um restaurante e bar na Travessa do Cabral 33, 1200-073 Lisboa, listado no bairro do Bairro Alto. É gerido por mulheres e funciona como restaurante de bairro, instalado numa ruela íngreme e estreita, no histórico bairro da Bica, em Lisboa. Esse bairro foi, tradicionalmente, casa de famílias de pescadores e da classe trabalhadora. O restaurante fica mesmo ao lado do funicular da Bica, conhecido como Ascensor da Bica, e perto da antiga casa do fadista Fernando Farinha. Lá dentro, o ambiente é artístico e descontraído. O mobiliário é vintage e foi recuperado de uma escola: mesas rústicas de madeira, mapas nas paredes e quadros de ardósia onde o menu está escrito. Outro relato de visitante menciona paredes de pedra e os elétricos a passarem, a ranger, mesmo ali à porta. A Time Out diz que a zona mais baixa da Bica ficou na moda e que o espaço atrai um público artístico. A cozinha fica entre a tasca tradicional portuguesa e um bar de tapas moderno, de inspiração global. Os pratos são pequenas doses contemporâneas, pensadas para partilhar, com opções vegetarianas e de carne. A Time Out notou que a comida se distingue da típica tasca lisboeta, citando os hambúrgueres de beterraba e o salmão com crosta de chia. Uma publicação da Trip.com aponta para as massas caseiras, incluindo tagliatelle com trufa, e para sobremesas como a mousse de chocolate e a tarte de limão. Para beber, o espaço oferece vinhos naturais e cocktails de autor, e há também água com gás. Quando abriu, foi considerado um pioneiro entre os primeiros espaços culinários modernos e criativos da Bica. Surgiu quando o interesse contemporâneo da classe média e do meio artístico começava a dar nova vida à zona, antes de o bairro se tornar um grande polo turístico. Abre as portas às 19:00. À segunda-feira, o restaurante fecha às 23:30; de terça a sábado, fica aberto até à meia-noite, e encerra aos domingos. A sala é pequena, e quem aparece sem reserva nas horas de ponta do jantar enfrenta, muitas vezes, uma longa espera, pelo que se aconselha reservar com antecedência através do Instagram do espaço ou por telefone; o número é (+351) 21 347 3310. A publicação da Trip.com sugere visitá-lo numa noite de semana para evitar filas e conseguir uma mesa à janela. Para lá chegar, a Time Out indica o Metro Baixa-Chiado ou o Cais do Sodré e o elétrico 28; o percurso a pé a partir do Bairro Alto ou do Cais do Sodré, conhecido como Pink Street, demora cerca de cinco minutos. A ruela é uma ladeira íngreme e calcetada, por isso é melhor deixar os saltos altos em casa. Numa listagem de 2016, a Time Out indicava os pratos principais entre 8,70 € e 13 €.Bairro AltoRestaurantes
Faz FrioO Faz Frio é um restaurante na Rua Dom Pedro V 96, 1250-094 Lisboa, no bairro do Príncipe Real, em Lisboa. É descrito como um restaurante tradicional português e antiga taberna que une uma herança boémia a uma cozinha de conforto requintada. O seu proprietário não consegue dizer com certeza a idade do espaço, mas sabe que existe há cerca de um século, e os registos camarários sugerem que remonta a antes de 1863. Fica no topo de uma das sete colinas de Lisboa. A longevidade passa também pela equipa. O sócio mais antigo no ativo, antigo cozinheiro da Marinha, trabalha ali desde os anos 1970. Esse sócio, Mário Gouveia, trouxe consigo uma receita especial de paella de marisco, que deu ao restaurante o seu bom nome e ainda é servida todos os dias. A paella é a especialidade da casa, e a cozinha prepara também outros pratos tradicionais portugueses habituais, incluindo sopa de pão alentejana, bifes e bacalhau, que é bacalhau salgado. O bacalhau é confeccionado segundo uma receita diferente em cada dia da semana. O Faz Frio é também um dos últimos locais de restauração da cidade onde se pode reservar uma mesa num cubículo privado, como na Estrela da Sé. Vários estabelecimentos de restauração já ofereceram esta opção, e é fácil imaginar como era útil para reuniões políticas ou para casais. Divisórias de madeira fecham os cubículos, isolando-os do interior e do exterior. Os desenhos destas divisórias destacam-se na decoração. Mostram ofícios e profissões, muitos dos quais já desapareceram, em que vendedores ofereciam mercadorias e serviços pelas ruas. O vendedor de fava-rica (sopa de feijão), o amolador e o aguadeiro aparecem entre eles. O interior combina chão de lajes de pedra, colunas de ferro e azulejos azuis e verdes. Juntamente com a iluminação e um acolhimento caloroso dispensado a todos os clientes, estes elementos definem o carácter do lugar. Poderia estar na periferia da cidade, ou transporta os visitantes para outro tempo, em que as pessoas tinham tempo para simplesmente ser. Isso contrasta com o ritmo rápido e cosmopolita do Príncipe Real, mas o restaurante encaixa-se e até complementa a envolvente. De acordo com o horário indicado, o restaurante está aberto das 12:00 às 24:00 de segunda a quarta-feira e ao domingo, e das 12:00 à 01:00 de quinta a sábado. Para um passeio na zona, um guia sugere visitar a Casa Achilles, subir depois a colina até à Casa dos Enxovais, tomar um aperitivo no Pavilhão Chinês e atravessar então a rua para jantar no Faz Frio.Príncipe RealRestaurantes
Fogo de ChãoFogo de Chão é um restaurante com mais de 30 anos de história em Portugal, que herda a tradição gaúcha do Rio Grande do Sul, servindo os cortes tradicionais de carnes grelhadas na brasa ao estilo gaúcho original. Além do churrasco, oferece entradas, buffets quentes e frios, sobremesas e serviço de bar. Conta com 12 espaços distintos, do norte ao sul do país e também em Londres, situados nos principais pontos das cidades, servindo tanto encontros de lazer como reuniões de negócios.SaldanhaRestaurantes
FoxtrotFoxtrot é um bar localizado na Travessa de Santa Teresa 28, 1200-405 Lisboa, no bairro de São Bento. Outras fontes indicam que a morada fica no bairro do Príncipe Real e descrevem-na como uma rua lateral tranquila. As ruas ali são estreitas e ladeadas por edifícios antigos. Segundo a Lojas Com História, há 47 anos, a abertura do bar ocorreu após a Revolução dos Cravos (25 de Abril). Outra fonte refere que o bar está aberto há mais de 38 anos e nota que, tal como os outros, é um dos bares mais antigos da cidade. A fonte afirma que é um ponto de referência na vida noturna de Lisboa, tanto para clientes portugueses como estrangeiros. A decoração do bar foi da autoria de Luís Pinto Coelho. Existe divergência entre as fontes quanto ao estilo do bar. A Lojas Com História afirma que é em estilo Arte Nova, e a outra fonte afirma que é em estilo Art Déco. A outra fonte afirma que é semelhante a um pub inglês. Tem quatro salas com luz ténue. Tem um jardim, que é utilizado durante o verão. O outro texto afirma que é um bom local para beber um copo ao fim do dia de trabalho. Segundo um artigo, o Foxtrot ocupa o lugar #339. O artigo afirma que o Foxtrot é um bar que representa os cocktails de autor e oferece uma faceta diferente da cena de bebidas da cidade, dominada pelo vinho, pela ginjinha e pela aguardente. O artigo afirma que o Foxtrot é mais intimista e menos teatral em comparação com o Red Frog. Uma página no The Vendry também disponibilizou um artigo da Condé Nast Traveler, datado de 12 de novembro de 2018, sobre os bares de Lisboa. Está encerrado ao domingo. Segundo o En Primeur Club, o custo por pessoa situa-se entre 20 e 30 dólares, e recomenda-se que os clientes façam reserva. O código de vestuário é smart casual.São BentoBares & Vida Noturna
Lisboa Tu e EuO Lisboa Tu e Eu é um restaurante no bairro de Alfama, em Lisboa, na Rua Adiça 58, 1100-538 Lisboa. Fica escondido nas vielas históricas e labirínticas do bairro, entre ruelas íngremes de calçada. Funciona como tasca de bairro, que é o termo português para uma taberna tradicional. O espaço é minúsculo e costuma ser descrito como um verdadeiro cubículo. Fica longe das ruas turísticas mais comerciais e é um dos preferidos de quem lá come. A cozinha não serve refeições formais à mesa, com vários pratos. Dedica-se antes a pequenos pratos e petiscos portugueses autênticos, feitos com ingredientes frescos. A comida é descrita como peixe, marisco e comida de conforto portuguesa, clássica, despretensiosa e caseira, pensada para partilhar. O ambiente é acolhedor, animado e intimista. Diz-se que comer aqui parece menos uma ida a um restaurante comercial e mais uma visita a casa de uma família do bairro. O espaço é tão reduzido que os clientes acabam praticamente ombro com ombro, e é possível ver o gato da casa refastelado ali perto. O horário indicado abrange todos os dias da semana, de segunda a domingo, das 09:30 às 23:00. O espaço original na Rua Adiça não aceita reservas e, por ser tão pequeno, os grupos têm um limite máximo de cinco pessoas. As filas formam-se depressa nas horas de ponta do almoço e do jantar, por isso o melhor é chegar cedo ou contar esperar nas escadas lá fora. O limite por grupo deve-se ao tamanho reduzido da sala. As filas devem-se à popularidade do restaurante, um dos preferidos longe das ruas turísticas. Nesta morada original, o pagamento é normalmente feito só em dinheiro. Os visitantes devem levar cerca de 40 € a 60 € em notas pequenas, já que normalmente não se aceitam cartões. O espaço apertado e a calçada irregular de Alfama fazem com que o restaurante não seja acessível a cadeiras de rodas. No Tripadvisor, o restaurante tem uma classificação de cerca de 4,5 em 5, com base em milhares de avaliações. Os clientes elogiam o serviço caloroso, a boa relação entre sabor e preço e a alma vibrante da casa. As principais ressalvas são as longas esperas, com filas que se estendem nas horas de maior movimento, e a regra rígida de não aceitar reservas. Devido à popularidade e ao tamanho reduzido, abriu ali perto um espaço irmão, o Lisboa Tu & Eu 2, nas Escadinhas das Portas do Mar 4. Fica numa morada diferente da original, que continua a ser a preferida dos puristas.AlfamaRestaurantes
Monkey MashO Monkey Mash é um bar de cocktails no bairro do Príncipe Real, em Lisboa, na Praça da Alegria, 66B, 1250 Lisboa. Abriu em março de 2019 e foi o segundo espaço de Paulo Gomes, que tinha lançado o Red Frog Speakeasy em maio de 2015. Gomes criou o bar com Emanuel Minez, o seu sócio no Red Frog, e mais tarde abriu um terceiro bar, o 18.68 cocktail boutique. O bar tem uma temática vibrante e tropical, com um ambiente retro-moderno. Está virado para a praça e mostra-se aberto e cheio de energia à rua. O Red Frog foi pensado como um espaço intimista e escuro, inspirado nos speakeasies da Lei Seca dos anos 1920. Já o Monkey Mash foi pensado como o seu irmão luminoso, barulhento e divertido. Antes da inauguração, foi descrito como um projeto centrado em bebidas sustentáveis, feitas com ingredientes locais e menos recursos. As bebidas apostam em destilados de cana-de-açúcar e de agave, ou seja, rum, cachaça e tequila. Combinam-nos com ingredientes inesperados que são de desperdício zero ou de origem local. Minez já explicou como procura proporcionar uma boa experiência aos clientes: recebê-los bem, dar-lhes atenção, garantir que ficam satisfeitos e depois surpreendê-los com as bebidas, através da escolha dos ingredientes e da forma como os cocktails são apresentados. Os bartenders são descritos como conhecedores e simpáticos. Os clientes podem dizer de que sabores gostam, como doce, fumado, ácido ou tropical, e deixar que a equipa lhes sugira algo fora da carta ou as criações da época. O Monkey Mash abre de terça a sábado, das 18h00 à 01h00, e fecha aos domingos e às segundas-feiras. É mais descontraído e recebe melhor quem chega sem reserva do que o Red Frog. Mesmo assim, enche nas noites de fim de semana, por isso recomenda-se reservar através do site oficial do Monkey Mash. O bar tem uma ligação ao seu irmão que vale a pena conhecer. O Red Frog fica escondido atrás de uma porta trancada do Monkey Mash, e os clientes tocam à campainha para entrar. O Red Frog abriu em 2015 como um speakeasy secreto inspirado nos bares escondidos de Nova Iorque na época da Lei Seca. É amplamente reconhecido por ter posto Lisboa no mapa dos cocktails. Minez recorda que, quando o Red Frog abriu, Portugal atravessava uma crise profunda e havia quem lhes dissesse que não era o momento certo, mas mesmo assim quiseram apostar nos cocktails. Nunca teve um investidor e diz que reinveste nos seus negócios o dinheiro que ganha. Para um serão de contrastes, é possível visitar os dois bares na mesma noite, juntando a energia do Monkey Mash, ao nível da rua, ao Red Frog, escondido e subterrâneo, mesmo ao lado.Príncipe RealBares & Vida Noturna
Museu de Arte PopularAvenida Brasília 202, 1400-038 LisboaBelémMuseus
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