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BelcantoSituado na Rua Serpa Pinto 10A, o Belcanto encontra-se no centro histórico de Lisboa, no Chiado. Aberto de terça a sábado, das 12:30 às 15:00 e das 19:00 às 22:00, o restaurante é liderado pelo chef português contemporâneo José Avillez. O Belcanto oferece interpretações sofisticadas dos sabores portugueses. Segundo o restaurante, a viagem é simultaneamente gastronómica e sensorial. O restaurante detém atualmente duas estrelas Michelin e três sóis do Guia Repsol. Está também classificado na 42.ª posição da lista The World's 50 Best Restaurants. O serviço é descrito como simpático e atencioso. Avillez compara-se a si próprio e à sua equipa a inconformistas. Inspira-se em muitas fontes, incluindo Portugal, as suas regiões, a sua história e os seus povos. Vê a cozinha como as formas de expressão artística do restaurante. O Belcanto redefine as fronteiras da gastronomia portuguesa. A equipa quer cultivar a arte do cuidado genuíno e da hospitalidade para com os seus convidados. O restaurante inspira-se também nas muitas paisagens de Portugal. Os clientes podem optar por pedir o Menu de Degustação Belcanto ou escolher pratos à la carte. O menu de degustação Belcanto oferece um retrato da história do restaurante e da forma como evoluiu ao longo dos anos. A opção à la carte permite aos clientes escolher uma ou duas entradas, um prato principal e uma sobremesa. Começa sempre com entradas e termina com petit-fours. Cada cliente é obrigado a pedir um menu de degustação ou pratos à la carte e não pode partilhar os pratos com outros clientes. O restaurante dispõe de uma extensa carta de vinhos com mais de 350 referências, e 80% da carta apresenta vinhos portugueses. Estão também representadas outras regiões vinícolas internacionais. A carta de vinhos oferece uma variedade de colheitas e garrafas antigas. A equipa do restaurante é composta por Nádia Desidério como diretora de sala e sommelier-chefe, Luís Reis como maître e Américo dos Santos como chefe de pastelaria. A cozinha é composta por João Leitão, Miguel Gomes e Filipa Figueiredo.ChiadoRestaurantes
Casa NepalesaCasa Nepalesa é um restaurante na Avenida Elias Garcia 172A, 1050-103 Lisboa, no bairro das Avenidas Novas. Fica perto da Fundação Calouste Gulbenkian. O restaurante abriu em 2010 e é liderado pelo chef Tanka Sapkota. Oferece a cozinha do Nepal, combinando produtos dos Himalaias com ingredientes portugueses. As especiarias são moídas no local para refletir as origens do chef. O ambiente é descrito como tranquilo e envolvente. Sapkota nasceu em Damek, no Nepal, em 1974, e cresceu numa família de agricultores. Deixou o Nepal, em parte, para evitar a tradição dos casamentos arranjados, abandonou o curso de Direito e foi para Estugarda. Aí lavou loiça, trabalhou como ajudante de cozinha, fez pizzas e serviu à mesa antes de se tornar chef. Uma viagem a Portugal planeada para duas semanas tornou-se numa vida inteira e, em 1999, abriu o seu primeiro restaurante, o Come Prima, em Lisboa. É também proprietário do Forno d'Oro e do Il Mercato, pelo que a Casa Nepalesa é um dos quatro restaurantes de Lisboa sob o seu nome. Foi o arquiteto e o decorador do espaço, concebido para dar aos comensais um lugar à mesa de uma casa de família tradicional do Nepal. Alguns pratos seguem receitas secretas da sua mãe e da sua avó. Os ingredientes combinam a tradição nepalesa com o território português: cabrito transmontano certificado, javali de Évora, espargos silvestres, boletos e castanhas. Outras inspirações incluem uma massa de trigo cozida a vapor, miúdos de cabra, folhas verdes fermentadas, samosas e momos feitos à mão. Os chás vêm da região de Ilam. A ementa mostra esta variedade. Momo ra chatani é uma massa de trigo cozida a vapor recheada com porco preto e frango do campo. Bakhra ko maasu ko jhol ra yarchagumba é uma sopa de cabra cozinhada lentamente durante várias horas com Yarchagumba ralado. Trata-se de uma combinação de lagarta e fungo que só se encontra nos Himalaias, acima dos 4000 metros. O chef trouxe-o do Nepal porque quer promover a cultura do seu país e facilitar o acesso a ingredientes difíceis de obter. Masaledar jhinge machha são camarões num molho de caril tradicional. Bandel kurilo é javali de Évora cozinhado lentamente durante 9 horas com espargos frescos e o mesmo estilo de molho de caril. O restaurante tem ainda uma carta de vinhos, cocktails e gins, e sobremesas. O horário de funcionamento é de terça a sexta-feira, das 12:00 às 14:30 e das 18:30 às 22:30. Ao sábado, serve almoço das 12:00 às 14:45 e jantar das 18:30 às 22:30. À segunda-feira, abre apenas para o jantar, das 18:30 às 22:15, e ao domingo está encerrado. As reservas podem ser feitas pelo número +351 217 979 797.Avenidas NovasRestaurantes
Grande Auditório GulbenkianA Fundação Calouste Gulbenkian dispõe de três auditórios e quatro salas de diferentes dimensões, onde se realizam conferências, atividades e espetáculos.Avenidas NovasSalas de Concertos & Espetáculos
ManteigariaSituada na Rua Augusta 195-197, 1100-619 Lisboa, a Manteigaria é uma pastelaria que se orgulha de vender apenas Pastel de Nata, um pastel de creme típico português. Segundo um crítico, é o único produto do menu. A Manteigaria afirma que a sua missão é oferecer aos clientes, todos os dias, um pastel cremoso e estaladiço. A loja original da Manteigaria fica entre o Chiado e o Bairro Alto. Diz-se que a Manteigaria abriu as portas aos lisboetas em 2014. Três das suas lojas serão a da Praça Camões, a do Time Out Market e a da Rua Augusta. Cada uma terá sido renovada para preservar o património do local, o que explica por que razão o design varia de loja para loja. O fabrico dos pastéis faz-se à vista do público. Uma divisória separa a zona dos clientes da cozinha. A equipa da cozinha trabalha em bancadas de mármore de Estremoz. Os funcionários tratam das várias etapas do fabrico, como preparar a massa, colocar o recheio e levar os pastéis ao forno. Os balcões são revestidos a mármore de Estremoz e lioz. Os funcionários são simpáticos. Segundo a crítica, o pastel tem uma massa amanteigada e folhada e um recheio de creme suave, e por cima é caramelizado. Os ingredientes serão, alegadamente, de origem local. A crítica atribui a criação deste doce aos monges e freiras dos conventos do século XVII, que aproveitavam as gemas de ovo que sobravam. Tradicionalmente, come-se ao pequeno-almoço ou a acompanhar um café expresso. A loja da Rua Augusta terá uma boa equipa, que gere as longas filas com eficiência. Recomenda-se comer o pastel acabado de sair do forno. Diz-se que é a melhor altura para o saborear. Há outras lojas no Porto, em Braga, em Madrid, em Paris, em Macau e em Hong Kong.BaixaPadarias & Pastelarias
Café da GaragemO Café da Garagem está localizado na Costa do Castelo 75, 1100-178 Lisboa. Está ligado ao Teatro da Garagem, que tem as suas instalações no edifício por baixo do Castelo de São Jorge. O café está aberto de quarta-feira a domingo, das 10h30 às 19h00. O Café da Garagem foi inaugurado pelo Teatro da Garagem em novembro de 2011 para alargar as suas atividades artísticas ao público, com um café-bar destinado a encontros e conversas informais. A companhia artística trabalhou com as artes performativas nas obras de Carlos J. Pessoa. A principal atração do bar, além do espaço acolhedor e informal que oferece, é a vista deslumbrante sobre a cidade e o rio. Em 2022, a Pendulum Magazine publicou um artigo sobre o café que descrevia o bar como escondido nas instalações da companhia de teatro, dois pisos abaixo da discreta entrada da companhia. Os clientes podem comer qualquer coisa antes ou depois de um espetáculo e desfrutar de uma bebida num espaço que incentiva o convívio. O crítico pediu o Ceviche de Atum e Carne de Vaca, em que a cozinha combina atum com carne de vaca crua e o serve com verduras e cubos de beterraba, e um waffle de queijo frito coberto com brie, rúcula e mel, servido com chips de inhame. O crítico considerou que os preços do prato e do waffle (8,50 e 9 euros, respetivamente) eram muito baixos. O crítico também apreciou a limonada caseira de gengibre e canela. Um espaço que inspira interação e provoca conversa, o café estende o seu convite à cidade. Desde 2026, o café tem organizado as «Noites Dada» (Dada Nights) para sublinhar a rutura e a natureza provocadora e irreverente do dadaísmo.MourariaCafés & Casas de Café
Seagull Method CafeO Seagull Method Cafe fica na Rua da Palmeira 23, 1200-311 Lisboa, no Príncipe Real. Ocupa um espaço estreito de esquina, com uma fachada discreta em branco e vermelho e hera pendente. O horário indicado é de terça-feira a domingo, das 9h00 às 17h00. Um blogger de gastronomia prefere chegar cedo para evitar uma fila longa e foi o segundo da fila a entrar às 9h00, recebido pelos funcionários simpáticos. O interior do café é pequeno, mas acolhedor. As mesas de madeiras diferentes ficam junto às janelas, que deixam entrar a luz quente da manhã. Uma descrição do café chamou-lhe um espaço «neoboémio», que junta um acolhedor café de especialidade a um local de brunch muito apreciado pelo público. Este grupo é também responsável pelos produtos da Etma Bakery expostos no balcão. O blogger provou o Sunday Morning, que custa 14 €. É servido em brioche, com abacate esmagado, halloumi, ovos mexidos e cebola marinada. Segundo o autor, a cebola equilibra os outros ingredientes do prato. O Sunny Bowl custa 12 € e leva iogurte de curcuma, legumes, ovo escalfado e pão de leite. O blogger não sentiu o sabor da curcuma. O Matcha Latte custa 5 € e o blogger achou que a bebida era boa. O Spice Girls Pancake custa 11 € e é feito de camadas de panquecas e natas, com fruta por cima. A carta inclui também a Granola and Yogurt Bowl. O blogger recomenda ir cedo e com muito apetite. Como as doses são generosas, o blogger considera que a relação qualidade-preço do restaurante é boa. Uma refeição completa custa entre 20 € e 30 €.Príncipe RealCafés & Casas de Café
Come PrimaSituado no bairro de Santos, em Lisboa, o Come Prima fica na Rua do Olival 256. Outras fontes indicam o endereço como 258. Detido e gerido pelo Chef Tanka Sapkota, este restaurante abriu há 26 anos em Lisboa. O Come Prima está aberto apenas ao jantar, de segunda a sábado, a partir das 18h00. O Come Prima não abre aos domingos nem para qualquer outra refeição da semana. O Chef Sapkota conquistou para o Come Prima uma reputação de fidelidade à tradição culinária italiana e de atenção aos pormenores e à qualidade dos ingredientes, apresentando a comida italiana num formato mais moderno. O Chef Sapkota é também conhecido pela sua pizza. Em 2025, foi reconhecido por ter uma das melhores pizzas do mundo. O Come Prima foi reconhecido pela 70 Best Restaurants with Pizzeria in the World. A ementa oferece massa fresca, pizza e risotos, bem como uma seleção tentadora de sobremesas. Espere encontrar pratos com trufas brancas e pretas no menu especial, apresentado em diferentes alturas do ano. Encontrará também boas opções de vinhos portugueses e italianos na lista de vinhos. O mobiliário em madeira e as luzes suaves proporcionam um espaço acolhedor, e a equipa é simpática. A partir do centro de Lisboa, um táxi demora 10 a 15 minutos até ao restaurante. As paragens de transportes públicos mais próximas ficam a uma curta caminhada. Os jardins da Tapada das Necessidades ficam também a uma curta caminhada e são um bom local para dar um passeio antes da refeição. Para mais informações ou para fazer uma reserva, ligue para +351 21 390 2457.SantosRestaurantes
Fabrica da NataNa Fábrica da Nata o Pastel de Nata é o herói! Visite-nos em Lisboa, Porto e Sintra para provar os melhores Pastéis de Nata e admirar o processo de confeção.BaixaCafés & Casas de Café
Mú Gelato ItalianoA Mú Gelato Italiano é uma gelataria no bairro do Intendente, em Lisboa, no Campo Mártires da Pátria 50, 1150-225 Lisboa. Fica ao lado do jardim no alto da colina e apresenta-se como um laboratório tradicional que produz autêntico gelado italiano. A loja abre todos os dias da semana, das 12h30 às 20h00. Aqui tudo é feito à mão, com ingredientes genuínos, muita fruta da época e menos açúcar. O gelado é pasteurizado e batido todos os dias à frente dos clientes, e a casa garante que não tem nada a esconder. A oficina está à vista dentro da loja principal, e a equipa segue o método tradicional italiano. As receitas assentam em fruta local, natas frescas e apenas um pouco de açúcar. Os ingredientes vêm de produtores locais, e o gelado não leva conservantes, corantes, aromatizantes químicos nem pastas industriais. Há também um gelado vegan, sem açúcar adicionado. A casa resume a sua abordagem dizendo que o único truque é não ter truques. A marca defende que a verdadeira felicidade é saudável e sustentável, e que se pode saborear à colher. O seu objetivo declarado é juntar o prazer, a saúde de cada um e o bem-estar do planeta. A sua identidade resume-se em tradição italiana, inspiração e sustentabilidade. O fundador, Marco Bauli, nasceu na região de Verona, em Itália, e cresceu numa família de pasteleiros. Cresceu rodeado de farinha, açúcar e doces, e de histórias de receitas passadas de geração em geração. Estudou design industrial e trabalhou vários anos em comunicação e marketing, até que outras aventuras o chamaram. Com a companheira, Elena, partiu em viagem. O amor pelo mar trouxe-os a Portugal, e o amor pelas coisas simples e genuínas fê-los ficar. Depois de estudar a arte do gelado tradicional com mestres da escola italiana, abriu em 2013 a primeira loja Mú em Lisboa, no Campo dos Mártires de Pátria. Via-a como um laboratório artesanal onde podia seguir uma paixão que era também uma missão: um gelado que não fosse apenas bom, mas também saudável e consciente. O nome Mú é explicado como sendo mais do que o som que uma vaca faz. A marca apresenta-o como um continente lendário e perdido, um território imaginário e inexplorado de onde se pensa que a humanidade descende. Descreve-se também como uma história de amor entre a tradição do gelado italiano e a qualidade genuína dos produtos portugueses.IntendenteGelatarias & Sobremesas
Quiosque Ribeira das NausO Quiosque Ribeira das Naus é um quiosque com esplanada em Lisboa, situado na margem do rio a que os portugueses chamam Tejo. Fica na Avenida Ribeira das Naus 5, 1200-000 Lisboa, no bairro do Cais do Sodré, e está aberto todos os dias das 11h00 às 23h00. A avenida liga o Cais do Sodré à Praça do Comércio, e o quiosque fica a meio dela. A esplanada tem mesas e há espreguiçadeiras para quem prefira apanhar sol ou ler um livro. O quiosque serve refeições ligeiras e bebidas. Ao almoço há pizas e sandes, e também se fala de menus de jantar. Para acompanhar a comida, sugerem-se limonada e sangria. O ambiente é descontraído e o português mistura-se com muitas outras línguas, porque a vista atrai turistas e locais. O rio é o cenário principal, e o local é apontado como uma boa escolha para ver o pôr do sol ao fim do dia. A Ribeira das Naus tem cerca de mil metros de extensão, com um corredor pedonal junto ao rio e dois lagos artificiais, entre os quais circulam carros. Depois de décadas como estrada, a zona foi reabilitada como espaço público e o rio voltou a ser dos peões. Há quem venha cá correr, as famílias passeiam ao fim de semana e os visitantes tomam uma bebida ao fim do dia. Um grande relvado em declive é ótimo para descansar ou fazer piqueniques. Uma escadaria de pedra inspirada nas antigas rampas de lançamento de navios presta homenagem ao passado naval do local. É proibido nadar no Tejo por causa das correntes e do tráfego marítimo, mas pode molhar os pés. O nome vem das naus, os navios que se construíam e reparavam neste local, que funcionava como estaleiro. Muitos dos navios dos navegadores portugueses foram construídos nesta zona ribeirinha. O local foi escolhido por ficar perto do novo Paço da Ribeira, construído em 1498 no Terreiro do Paço. No século XVIII, o Arsenal Real da Marinha instalou-se na zona e aí ficou até 1938. O terramoto de 1755 destruiu completamente o local, que foi reconstruído no âmbito do plano da Baixa Pombalina. Hoje, a sua história tem mais de 400 anos. Ao longo da avenida há outras esplanadas e quiosques que também servem bebidas e petiscos, e sugere-se uma ginjinha tradicional ou um pastel de nata. O final da tarde é a altura recomendada para apanhar a luz do pôr do sol. Uma manta ou toalha dá jeito para o relvado, e o percurso ribeirinho continua até Belém.Cais do SodréCafés & Casas de Café
Taberna Sal GrossoA Taberna Sal Grosso é um pequeno restaurante na Calçada do Forte 22, 1100-256 Lisboa, no bairro de Alfama, junto à estação de Santa Apolónia. Abre todos os dias da semana, das 12h30 às 16h00 para almoço e de novo das 19h00 às 23h00 para jantar. A sala tem 27 lugares e a cozinha serve comida portuguesa. Devido ao espaço reduzido, é o único restaurante do grupo que não aceita animais de estimação. A decoração é rústica e a ementa está escrita numa parede de ardósia. Os proprietários descrevem o espaço como uma combinação do ambiente de uma taberna tradicional com um toque contemporâneo. Os pratos são pensados para partilhar, pelo que o ambiente descontraído se presta a uma refeição entre amigos ou em família. Um guia sugere pedir dois a três pratos por pessoa, começando pelos petiscos mais leves antes de passar aos pratos de carne ou peixe mais substanciais. A taberna abriu em 2015, com Joaquim Saragga na cozinha e à frente do negócio. Saragga perdeu o emprego e decidiu mudar de rumo na vida. Enquanto estudante em Londres, Saragga cozinhava para os colegas de casa e recordava a felicidade que sentia na cozinha. Seguiu-se, por isso, a escola de culinária e depois um mestrado em gastronomia. Saragga explicou a um escritor que visitou a casa que o objetivo não era inovar, mas sim servir as suas receitas tradicionais preferidas, feitas com ingredientes locais e da época, cozinhando aquilo de que gosta de comer. Os preços são descritos como modestos. A taberna não cobra couvert e tem apenas dois vinhos da casa, descritos como vinhos que se bebem muito bem, e algumas cervejas artesanais. As sobremesas também têm preços modestos. Ao almoço, os autores do Salt of Portugal provaram uma salada de agrião e laranja, pastéis de bacalhau, raia com alho, rabo de boi com marmelo e bacalhau com grão, e consideraram tudo perfeito. Desde julho de 2021, o restaurante é gerido por uma nova equipa. Esta equipa assumiu o projeto de Alfama, que estava encerrado desde a COVID, adquiriu o conceito e a marca e reabriu a casa num espaço renovado. O grupo tem agora três restaurantes: este, outro em São Bento, em Lisboa, e um em Évora, na região do Alentejo. Recomenda-se reserva. Os autores do Salt of Portugal encontraram um grupo à porta a tentar conseguir mesa e fizeram reserva para o almoço dois dias depois. As reservas podem ser feitas através do site oficial, tabernasalgrosso.pt, ou pelo telefone 910 137 713, um número de telemóvel nacional. A pé, a partir da estação de Santa Apolónia, o acesso faz-se por uma subida íngreme pela calçada empedrada até ao número 22.AlfamaRestaurantes
Amélia LisboaA Amélia Lisboa é um café na Rua Ferreira Borges 101, 1350-128 Lisboa, no bairro de Campo de Ourique. O número de telefone é +351 213 850 863. Abre portas às 08:30 todos os dias. De segunda a quinta-feira e ao domingo fecha às 20:00, enquanto à sexta-feira e ao sábado fica aberto até às 22:00. O espaço pertence ao Grupo Nicolau, um grupo de restauração fundado em 2016 por Bernardo Mesquita Pinto e Bárbara Pinto. O grupo começou com o Nicolau, batizado com o nome do cão dos fundadores. A Amélia seguiu-se como namorada do Nicolau, aberta para expandir o grupo com um conceito complementar. Segundo o grupo, a Amélia nasceu em Campo de Ourique, e a sua descrição menciona um balcão cor-de-rosa, um jardim secreto e uma janela Art Nouveau. Outra fonte refere que o jardim fica nas traseiras, atrás do espaço interior com mesas à frente. Um espaço irmão, a Amélia Foz, fica na Foz do Porto. Em ambos os espaços, diz o grupo, a comida é leve, com sabores cuidadosamente trabalhados, inspiração global e um espaço onde apetece ficar. A ementa de pequeno-almoço apresenta a French Toast Amélia, feita com frutos vermelhos, banana, iogurte grego, xarope de ácer e pistácios, por 6,5€. O Iogurte Amélia, um prato de iogurte grego com fruta, mel e granola caseira, custa 6,8€, e a Taça de Açaí com fruta fresca e a mesma granola custa 8€. Entre os pratos de ovos, os Ovos Amélia têm como base ovos escalfados, abacate e espinafres em torrada de tomate, com húmus de curcuma e granola salgada, por 8€. Os Ovos Benedict e os Ovos Florentine custam igualmente 8€. Dois ovos a qualquer estilo vêm acompanhados de duas fatias de torrada e manteiga por 5,5€, e o pão pode ser de massa-mãe, brioche, bagel ou sem glúten. As panquecas incluem as Clássicas a 5,8€, com coberturas como mel, compota ou doce de leite. Uma versão vegan com aveia e banana, fruta, canela e xarope de ácer custa 7,5€, e a Red Velvet com queijo-creme e frutos vermelhos custa 8€. A ementa inclui ainda o Brunch Amélia por 18€ e mimosas sem limite por 10€. O lado salgado oferece húmus de beterraba com palitos de legumes por 5,5€ e Tacos Amélia com camarão, abacate, manga e couve roxa por 8,5€. O Poke de Salmão custa 13,5€, a Salada César 10€ e o caril de gambas, manga e coco, o Caril de Gambas, 14€. O Amélia Egg Muffin custa 6,5€ e o Bagel Bacon & Eggs 7€.Campo de OuriqueCafés & Casas de Café
Atalho RealO Atalho Real fica na Calçada do Patriarcal 40, em Lisboa. Segundo a crítica, a zona está classificada como Príncipe Real, uma área na moda de Lisboa, e fica a uma curta caminhada do ZeroZero Lisbon. O restaurante ocupa a antiga cozinha do palácio da Embaixada, com vista para o Jardim Botânico de Lisboa. O Atalho Real dispõe de várias opções de lugares no interior, bem como de um terraço. O terraço situa-se na parte de trás do restaurante e, segundo a crítica, é um segredo bem guardado para quem gosta de comer ao ar livre. O terraço é um espaço amplo e aberto, e a crítica refere que é adequado para grupos maiores e famílias. O crítico do Atalho Real acrescenta ainda que o ambiente é o de um churrasco de quintal e que a carne, a especialidade da casa, é a melhor que já provou em qualquer churrasco em que esteve. O restaurante é um dos favoritos dos locais. O crítico refere que o gerente faz um discurso motivacional entusiástico à equipa. O bife é a especialidade deste restaurante. A cozinha centra-se na carne de vaca de alta qualidade, preparando-a de forma simples para que não fique demasiado passada. Se os clientes preferirem o bife bem passado, podem pedi-lo. O crítico pediu o rib eye maturado a seco e disse que era muito bom, mas sugere pedi-lo cortado às fatias. A ementa inclui vários pratos em tamanho de entrada que, só por si, podem ser uma refeição suficiente. A crítica elogia as batatas em gomos, dizendo que são melhores do que as batatas fritas do McDonald's. A crítica sugere que as salsichas são uma ótima entrada, tal como os croquetes de carne de vaca. O Gratin Dauphinois aparece listado como entrada, e a crítica diz que é comida reconfortante. O carpaccio de carne wagyu é coberto com uma variedade de ingredientes. A crítica sugere pedir o carpaccio se jantar nos meses mais quentes. Uma refeição deverá custar entre €40 e €60, segundo a crítica. O restaurante abre ao meio-dia todos os dias. Fecha à meia-noite de segunda a quinta-feira, à 1h00 de sexta a sábado e à meia-noite ao domingo.Príncipe RealRestaurantes
Cervejaria RamiroA Cervejaria Ramiro é um restaurante de marisco no bairro do Intendente, em Lisboa, na Avenida Almirante Reis 1, 1150-007 Lisboa. O site do próprio restaurante indica o número de porta como 1-H. Em português, uma cervejaria é essencialmente um bar de cerveja, que serve normalmente cerveja de pressão juntamente com uma variedade de pratos. Um crítico descreve o Ramiro como um espaço informal e despretensioso, dedicado a marisco e cerveja. A estação de metro mais próxima é a do Intendente, na Linha Verde, a cerca de dois minutos a pé. É indicado um parque de estacionamento na Travessa do Maldonado 1, 1100-329. O restaurante abre às 12:00 de terça-feira a domingo e está encerrado às segundas-feiras. Segundo o site, o horário de encerramento é à meia-noite de terça-feira a sábado e às 23:00 ao domingo. O take-away e a entrega ao domicílio funcionam das 12:00 às 21:00, de terça-feira a domingo. O número para o take-away é (+351) 969839472 e as reservas de grupo são feitas através de ramiro@cervejariaramiro.pt. As mesas podem ser reservadas online através do site do restaurante. É exigido um depósito de 25 € por pessoa, que é descontado da conta final. Uma avaliação diz que o Ramiro outrora só aceitava clientes sem reserva e que os clientes ainda podem aparecer e tirar uma senha de espera em papel, embora seja aconselhável reservar com antecedência. Outro crítico, que tinha reserva, mesmo assim encontrou uma pequena fila à porta e esperou pouco menos de dez minutos depois de dar o nome. Quem espera lá fora consegue comprar uma cerveja de pressão de 2 € numa máquina a moedas. A sala de refeições distribui-se por vários pisos. Um crítico prefere a sala do rés do chão, onde as mesas estão forradas com papel de talho branco. O marisco é o foco. A ementa inclui ostras, amêijoas, camarões, lagosta, caranguejo, lagostim e percebes, mais pata negra, um presunto curado local. Os preços são definidos ao peso, e os críticos dizem que os empregados sugerem o que pedir e em que quantidade. Entre os pratos mencionados nas avaliações estão as Amêijoas à Bulhão Pato, amêijoas cozinhadas com azeite, alho, coentros, sal, pimenta e vinho branco seco. Também referem os camarões-tigre gigantes grelhados, conhecidos por gamba tigre, e a sapateira, uma pasta de caranguejo. O prego, uma sandes de bife, é outra opção, e um visitante terminou com manga dos Açores. O pão com manteiga chega à mesa para embeber o caldo das amêijoas. Quanto ao custo, um crítico pagou menos de 65,01 € por duas pessoas. Outro situa a média em 40 € a 60 € por pessoa com cerveja ou vinho, e mais se escolher camarões-vermelhos grandes ou caranguejo. Segundo uma avaliação, o espaço começou em 1956 como um sítio informal de marisco fresco e cerveja.IntendenteRestaurantes
Fábrica da NataPraça dos Restauradores 62-68, 1250-110 LisboaBairro AltoCafés & Casas de Café
Frade dos MaresO Frade dos Mares está situado na Avenida Dom Carlos I 55, 1200-647 Lisboa, no bairro de São Bento, em Lisboa. O nome traduz-se, aproximadamente, por «Frade dos Mares». Com a forte ligação cultural de Portugal ao mar, a equipa local propôs-se criar um restaurante que celebrasse essa ligação, com foco no marisco mediterrânico e português. A cozinha recebe entregas diárias para garantir que os ingredientes utilizados na ementa são da mais alta qualidade e frescura. Ao preparar os ingredientes e os pratos, acrescentam um toque moderno e criativo. O site do restaurante menciona que preparam amêijoas com um molho de alho e ervas (amêijoas à Bulhão Pato) e que servem esse molho quente. A ementa oferece vários outros pratos. O restaurante prepara polvo e outro marisco de várias outras formas criativas e tradicionais. O Trip.com menciona ainda que o restaurante também é conhecido por outras sopas e pratos tradicionais portugueses. Em 2015, uma publicação do blogue The Travelling Squid destacou os bifes e o vinho. O blogger pediu dois bifes. O bife do lombo com pimenta verde e o bife do lombo com molho de cogumelos custaram 14,50 € cada. O blogger ficou satisfeito com os bifes, considerados suculentos. Pediu também uma garrafa de vinho por 10 €. O custo total da refeição para duas pessoas foi de 36 €, incluindo gorjetas. A carta de vinhos inclui categorias de vinho tinto, vinho branco e vinho verde. O pessoal explicou que o vinho verde é uma categoria de vinho produzida numa determinada região de Portugal. O pessoal deu recomendações de comida e vinho. O restaurante tem elementos de design náutico, criando um ambiente confortável e acolhedor. A cozinha é aberta. O espaço é pequeno e pode receber diferentes grupos, grandes ou pequenos. Durante a semana, o restaurante está aberto das 12:30 às 15:00 para o almoço e das 18:30 às 22:30 para o jantar. O restaurante é pequeno e enche rapidamente. O blogger sugeriu fazer uma reserva, e a publicação do blogue publicada no Trip.com indicava que alguns clientes preferem pagar em dinheiro. O restaurante pode ser contactado pelo telefone +351 21 395 0190. O local fica a 10 a 15 minutos a pé da estação de metro do Cais do Sodré. O blogger referiu que a zona é tranquila à noite.São BentoRestaurantes
Go JuuO Go Juu é um clube de sushi nas Avenidas Novas, em Lisboa, situado na Rua Marquês Sá da Bandeira 46, 1050-167. Orgulha-se de servir peixe, que lhe é entregue diariamente. Este espaço pretende mostrar o seu apreço pela comida japonesa e pelos chefs. Ele trabalhou anteriormente em Lisboa, no primeiro andar da Rua da Estefânia. Os proprietários do Go Juu acreditam que nunca poderá haver outro AYA, pois a presença do mestre é insubstituível. Este design de interiores foi concluído pela Promontorio para um cliente privado em 2015, como equipamento de um restaurante japonês. Tem 120 m² e é um bar-restaurante, clube e restaurante com um bar de sake. Utiliza ecrãs de fibra translúcida e painéis deslizantes. Utiliza cores neutras e pavimentos em microcimento. A nogueira é usada juntamente com o couro, que é usado nos estofos do mobiliário. Vigas largas de madeira formam o teto. As prateleiras de exposição e outras paredes são revestidas em mármore verde-bambu. A zona de confeção é criada utilizando vidro espelhado bronze e azulejos feitos à mão. As refeições são servidas de terça-feira a sábado, das 12:30 às 14:30 e das 19:30 às 22:30. Não são servidas refeições à segunda-feira e ao domingo. Às noites de quinta-feira a sábado, o jantar destina-se aos membros do Club GoJuu. A adesão ao GoJuu faz-se por convite. Os pedidos de reserva feitos no dia anterior poderão ser considerados. Estão disponíveis refeições para levar das 12:30 às 14:30 e das 19:30 às 22:00. As encomendas podem ser feitas ligando para 218 280 704 ou 933 298 148.Avenidas NovasRestaurantes
Heim CafeO Heim Cafe fica na Rua Santos-O-Velho 2 e 4, 1200-109, Lisboa, no bairro de Santos, na zona de Santos-o-Velho. Ocupa uma esquina calcetada e o interior é luminoso, cheio de luz e minimalista. O café está aberto todos os dias da semana, das 09:00 às 18:00, e a estação mais próxima é Santos. O café é gerido por Hannah e Misha, um casal natural da Ucrânia que se mudou para Lisboa. Quiseram criar um lugar onde as pessoas se pudessem sentir em casa, e o nome reflete isso, uma vez que "Heim" significa "casa" em alemão. Renovaram o espaço por completo e construíram de raiz a maior parte do mobiliário. Na maioria dos dias, trabalham os dois atrás do balcão, a fazer lattes e a conversar com os clientes. Um crítico sugere que são as pessoas a quem pedir uma visão sobre a cena dos expatriados em Lisboa. Os críticos descrevem o ambiente como acolhedor e descontraído. As manhãs trazem os clientes do brunch, e uma mesa pode implicar espera. Aos fins de semana vale a pena chegar cedo, porque a espera pode ultrapassar largamente uma hora. Um visitante, durante um pequeno-almoço concorrido, espremeu-se numa mesa pequena na esplanada junto ao passeio. Nas tardes mais calmas, os trabalhadores remotos instalam-se com portáteis e lattes. Tanto os locais como os visitantes de fora são atraídos pelo menu de brunch e pelo café forte. O ambiente descontraído parece distante das zonas mais turísticas de Lisboa. O café é escuro e encorpado, o que uma crítica associa às raízes da Europa de Leste dos proprietários. Um galão custa 2,80 € e é servido num copo alto. É mais leitoso do que um latte normal, e um crítico achou-o forte e encorpado, com uma textura sedosa e aveludada, embora o leite estivesse um pouco mais espumoso do que o esperado. Do lado da comida, a sandes de cogumelos e as waffles com fruta fresca são as favoritas do público. As panquecas de creme de café custam 6,80 €. Chegam fofas, cobertas de creme de café e com fruta por cima, embora o mesmo crítico tenha achado o creme ligeiramente doce de mais. A par dos itens de brunch à la carte habituais, há um menu especial de brunch de domingo com várias opções combinadas. Estão disponíveis opções vegetarianas, mas o café não serve carnes halal. Pode contactar o Heim Cafe por telefone, através do +351 21 248 0763, no Instagram em @heimcafe.lisbon, ou através da sua página de Facebook em facebook.com/heim.lisbon.SantosCafés & Casas de Café
Hello, KristofO Hello, Kristof é um café na Rua do Poço dos Negros 103, 1200-336 Lisboa, listado na zona de São Bento. O seu site descreve a sucursal na Bica como pequena, tranquila e intimista. Aqui, os clientes podem apreciar cafés de especialidade e outras opções de comida. Entre outros produtos e serviços, o Hello Kristof disponibiliza cafés de especialidade e brunches, e vende revistas. Segundo a Cup of Couple, a fundadora do Hello Kristof inspirou-se para abrir o espaço depois de visitar cafés em Nova Iorque e acrescentou-lhe um estilo nórdico. Referem que a granola é imperdível. O site do Hello Kristof indica que estão abertos das 8h45 às 15h45. Os lugares são atribuídos por ordem de chegada. Não dispõem de computadores, mas oferecem Wi-Fi gratuito. O pagamento pode ser feito em dinheiro, cartão, pagamento eletrónico e/ou cartões-presente. O menu inclui várias opções, como tostas, sandes e sopas, bem como pastelaria caseira. As tostas estão disponíveis em pão de fermentação natural ou em croissant, com abacate esmagado e ricotta de cabra ou um tamago por 12,00 €. Uma tosta com salmão fumado e mousse de cardamomo custa 12,90 €, tal como o osso buco. A opção VG é oferecida para a tosta de abacate esmagado. Também estão disponíveis extras, com o abacate a custar 3,00 €. As bebidas quentes incluem um expresso tradicional por 1,70 €, um cortado por 3,30 €, um flat white por 4,10 € e um V60 por 6,00 €. O leite de aveia está disponível sem custo adicional. Estão disponíveis um sumo de laranja espremido na hora e uma limonada caseira com manjericão por 3,80 € e 3,20 €, respetivamente. Para outras opções, há um cold brew por 3,60 €, bem como um espresso tonic por 5,50 €. O café da casa também pode ser comprado para consumo em casa. Os pedidos de informação podem ser enviados para roaster@hellokristof.com, e o espaço também pode ser alugado para eventos e funções privadas, bem como para workshops de café. As reservas podem ser encaminhadas para bookings@hellokristof.com. Existem duas outras localizações em Lisboa. A crítica de café da Condé Nast Traveler descreveu o serviço como familiar.São BentoCafés & Casas de Café
Landeau ChocolateO Landeau Chocolate é um pequeno café no bairro de Alcântara, em Lisboa. Fica na Rua Rodrigues Faria 103, 1300-501 Lisboa, dentro do complexo LX Factory. Em vez de uma longa lista de bolos e doces, a casa gira em torno de uma única sobremesa: um bolo de chocolate. Quem lá vai descreve um café que se dedica quase só a esse bolo, e é por causa dele que as pessoas fazem questão de o procurar. O espaço está ligado à chef pasteleira Sofia Landeau, que terá dedicado o seu trabalho a aperfeiçoar uma única receita de bolo. O conceito é minimalista e a carta é propositadamente curta. O bolo tem várias camadas. O interior é denso, com textura de fudge, quase como uma mousse, e por cima leva uma leve camada de cacau em pó amargo. Para acompanhar uma fatia, pode pedir um café expresso, um chá ou um chocolate quente. O bolo ganhou fama através do passa-palavra, das redes sociais e dos viajantes que continuaram a falar dele depois da visita. Muitos dizem que é o melhor bolo de chocolate do mundo. Em março de 2026, depois de uma segunda viagem a Lisboa, um blogue de viagens contou uma ida ao café feita precisamente para pôr essa fama à prova. O texto refere ainda que, apesar de tanta procura, o ambiente é calmo e acolhedor e não demasiado comercial. O café abre todos os dias às 12h00. De segunda a sábado está aberto até às 22h00 e ao domingo fecha às 20h00. O espaço da LX Factory pode encher, sobretudo ao fim de semana, e o conselho é evitar as tardes de maior movimento ao fim de semana se não gostar de filas. Durante a semana é mais fácil arranjar mesa. Se todos os lugares estiverem ocupados, pode pedir uma fatia para levar e comê-la enquanto passeia pelos pátios. O Landeau tem outros espaços em Lisboa: no Chiado, em Campo de Ourique e dentro do El Corte Inglés. A loja do Chiado é descrita como mais central e mais fácil de alcançar enquanto se passeia pela cidade, e pode ser a melhor opção para quem procura uma visita mais tranquila do que a que o espaço da LX Factory permite. A zona da LX Factory merece, por si só, uma visita com tempo. Antiga zona industrial, foi transformada num dos bairros mais criativos de Lisboa. A poucos passos encontra livrarias, arte urbana, boutiques, restaurantes e cafés. O complexo inclui a Livraria Ler Devagar e lojas de design local, por isso uma ida ao bolo pode facilmente transformar-se numa tarde a deambular pelos pátios industriais.AlcântaraCafés & Casas de Café
Museu Calouste GulbenkianO Museu Calouste Gulbenkian fica na Avenida de Berna 45A, 1067-001 Lisboa, no bairro das Avenidas Novas. Está aberto de quarta-feira a segunda-feira, entre as 10h00 e as 18h00. As fontes descrevem-no como um refúgio cultural tranquilo no coração de Lisboa, longe das movimentadas zonas turísticas de Belém e da Baixa, e muitos consideram-no um dos melhores museus de arte privados da Europa. A instituição ocupa um campus ajardinado de 7,5 hectares e assenta em dois pilares culturais. O primeiro é a Coleção do Fundador, exposta no edifício principal do museu. Tem por base a coleção pessoal reunida por Gulbenkian, e estão expostas, em cada momento, cerca de 1000 a 2000 peças. Em vez de organizarem as obras por técnica ou suporte, as galerias seguem um critério cronológico e geográfico, pelo que a visita percorre milhares de anos de criatividade humana. A coleção de Gulbenkian é descrita como eclética e meticulosamente selecionada, e a exposição está organizada de modo a que o visitante a possa percorrer sem interrupções entre épocas. O acervo divide-se em várias áreas. A arte egípcia, greco-romana e mesopotâmica reúne máscaras de múmia, moedas antigas, medalhões romanos e peças de vidro da Antiguidade. A arte islâmica inclui tapetes persas, cerâmica de Iznik e lâmpadas de mesquita datadas dos séculos XII a XVIII. A arte europeia vai do Renascimento aos impressionistas, com obras de Rembrandt, Rubens, Manet, Degas e Renoir. Uma sala própria apresenta joias, peças de arte em vidro e tiaras de René Lalique, mestre da Arte Nova. Os tapetes persas são considerados requintados, os medalhões romanos deslumbrantes e a sala Lalique de deixar qualquer um de queixo caído. O segundo pilar é o Centro de Arte Moderna, conhecido como CAM, instalado num edifício separado, nos mesmos terrenos. Dedica-se à arte portuguesa do século XX e contemporânea e é descrito como detentor da maior coleção do género. A par disso, o centro acolhe grandes exposições temporárias internacionais e instalações rotativas de som, vídeo e design. Fica separado do edifício principal do museu, mas partilha com ele o enquadramento do jardim. As descrições do museu sublinham a sua escala humana. É apresentado como um espaço intimista, magnificamente iluminado e tranquilo, em contraste com os museus nacionais cavernosos, que podem provocar a chamada «fadiga de museu». As mesmas fontes afirmam que os 5000 anos de arte podem ser apreciados num percurso fluido, sem esse cansaço. Em suma, o museu combina um campus de jardins exuberantes com duas coleções em edifícios distintos: uma de grande amplitude histórica e outra de arte portuguesa recente.Avenidas NovasMuseus
O JacintoO Jacinto é um restaurante em Lisboa, na Avenida Ventura Terra 2, 1600-781 Lisboa. Fica na parte antiga de Telheiras, mesmo ao lado da Segunda Circular, numa vivenda por onde é fácil passar sem reparar. O edifício foi pensado de origem para habitação e tem sido melhorado aos poucos desde que o restaurante abriu, em 1971. A Time Out explica como lá chegar: saia da Segunda Circular na placa que diz "Restaurante", logo a seguir ao Estádio de Alvalade, e cerca de 50 metros mais à frente encontra um largo sossegado, rodeado de vivendas antigas. O restaurante descreve a sua cozinha como comida tipicamente portuguesa, feita como uma avó a faria. O crítico Fernando Melo acrescenta que segue linhas tradicionais, com alguns toques modernos. Teresa e São estão ao fogão, Júlio Oliveira é o chefe de sala e Roberto, o Sr. Zé e Rui servem às mesas. A carta de vinhos tem cerca de 300 vinhos tranquilos, além de alguns Portos, Madeiras, colheitas tardias e champanhes. Entre as entradas, Melo destaca um prato de presunto, queijo da Serra da Estrela e chouriço fatiado, bem como ovas de pescada e gambas ao alho. A Time Out refere meia dúzia de pequenas saladas, da orelha de porco ao polvo, e ainda queijo de cabra gratinado com mel, cogumelos salteados com presunto e alheira frita. No peixe, há robalo, dourada, garoupa e pregado grelhados, açorda de bacalhau com espargos verdes, bacalhau à minhota, carapauzinhos fritos com arroz de feijão, cataplana de robalo com marisco, massada de cherne e marisco, caril de gambas com arroz basmati e polvo assado no forno. Na época, há também arroz de lampreia do Minho. Na carne, Melo enumera arroz de cabidela com frango do campo, cozido à portuguesa, iscas fritas com batata salteada, jardineira de vitela, leitão de bísaro à moda da Bairrada, ossobuco com batata e esparregado, e alheira de caça frita com ovo estrelado. A Time Out acrescenta bochechas de vitela estufadas e uma secção com três bifes, um deles de picanha. Nas sobremesas há tarte de limão merengada, petit gateau de chocolate e mousse de chocolate. O restaurante está aberto de segunda a sexta-feira, das 12h00 às 15h00 e das 19h30 às 22h00, e ao sábado das 12h00 às 15h00. Fecha ao domingo. Melo indica um preço médio de 34 euros, enquanto a Time Out o situa entre 30 e 40 euros. A crítica da Time Out, escrita por Alfredo Lacerda e datada de 11 de janeiro de 2023, deu-lhe três estrelas em cinco e considerou o serviço simpático, embora não especialmente rápido. O número de telefone é 217 581 728 e o site é jacintolisboa.com.Avenida Ventura Terra 2, 1600-781 LisboaRestaurantes
Organi ChiadoO Organi Chiado é um restaurante vegano situado na Calçada Nova de São Francisco 2, 1200-300 Lisboa, no bairro do Chiado. Abriu em dezembro de 2016 com o objetivo de ser um espaço de harmonia para todos e entre todos: a equipa, os animais, o ambiente, o planeta e a própria saúde de cada um. Segundo o site do restaurante, em 2018 e 2019 foi considerado o melhor restaurante vegano e vegetariano de Lisboa. A cozinha não usa ingredientes de origem animal, por isso a comida serve tanto veganos como vegetarianos. A carta principal assenta em produtos que vêm diretamente da natureza. Ainda assim, o restaurante diz que o seu compromisso é ser abrangente e não restritivo. Os ingredientes são locais, da época, biológicos e de elevada qualidade e, sempre que possível, portugueses. Um resumo do Google acrescenta que esta filosofia evita substitutos de carne muito processados e dá preferência a ingredientes saudáveis e naturais, vindos de produtores locais sustentáveis. O restaurante afirma valorizar a relação com os produtores, a qualidade dos produtos e o respeito pelo ambiente, e prefere métodos de cultivo seguros e sustentáveis. Todos os pratos e sobremesas são feitos sem açúcar. Os menus mudam todos os dias e acompanham a estação, o que permite à equipa trabalhar com produtos frescos. O conceito enquadra-se na alimentação macrobiótica. O restaurante diz querer oferecer opções requintadas e de elevada qualidade a toda a gente, e não apenas ao vegetariano típico. A motivação que assume vai além do negócio: quer mostrar a arte de cozinhar com excelência e provar que é possível ter uma experiência gastronómica completa, com sabor e satisfação, sem nenhum ingrediente de origem animal. Fala em estimular os sentidos através dos sabores, dos aromas e das texturas. O restaurante fica nas "escadinhas" da Calçada Nova de São Francisco. A esplanada nas escadas históricas dá-lhe um ambiente muito lisboeta. No interior há uma sala num edifício de construção típica e um terraço privado onde costumam fazer-se os jantares de grupo. O almoço é servido todos os dias das 12h00 às 16h00. O horário de jantar indicado é das 19h00 às 23h00 de segunda a quarta-feira e das 19h00 à meia-noite de quinta-feira a sábado. O site mostra uma classificação de 4,7 com base em 1793 avaliações. Nas opiniões fala-se de um prato de abóbora, uma tarte de noz, mozzarella de caju e penne rigate. Um cliente achou a sangria mais cara do que esperava e outro aconselhou reservar mesa, porque o espaço pode encher.ChiadoRestaurantes
Time Out Market LisboaO Time Out Market Lisboa fica na Avenida 24 de Julho, 49 (Praça Dom Luís I), 1200-148 Lisboa, no bairro do Cais do Sodré. Ocupa parte do Mercado da Ribeira, um edifício do século XIX com cobertura de ferro e vidro, e está aberto todos os dias, das 10h00 à meia-noite. Foi criado pela equipa da Time Out Portugal e abriu em 2014 como o Time Out Market original. Os responsáveis chamam-lhe o primeiro mercado gastronómico e cultural do mundo, e uma das descrições acrescenta que tem curadoria de jornalistas. O edifício é mais antigo do que o espaço de restauração. O Mercado da Ribeira abriu a 1 de janeiro de 1882 como Mercado da Ribeira Nova, segundo projeto do engenheiro Frederico Ressano Garcia. A estrutura de ferro organizava-se em torno de um corredor central com água corrente, o que permitia que o peixe e os produtos hortícolas se mantivessem frescos, em vez de ficarem expostos ao ar livre. A 7 de junho de 1893, um incêndio destruiu a ala nascente. Em 1926, a Câmara Municipal de Lisboa demoliu a estrutura danificada e encomendou ao arquiteto João Piloto o projeto de um novo edifício, que reabriu em 1930. Esta versão tem uma grande cúpula central, revestida a azulejo no exterior e pintada no interior, painéis cerâmicos à entrada com cenas marítimas de Jorge Colaço e frescos de frutas e legumes de Gabriel Constanti. A cúpula parecia invulgar no topo de um mercado de frescos, e por isso os lisboetas deram ao edifício a alcunha de Mesquita do Nabo. A Time Out obteve o espaço através de uma concessão municipal. Em outubro de 2010, a Câmara Municipal de Lisboa abriu concurso para a concessão de parte do edifício por 20 anos. A área era de cerca de 5000 m², ou seja, metade do rés-do-chão e a totalidade do primeiro andar. A Time Out Lisboa foi a única concorrente. Propôs convidar restaurantes e chefs que tinha recomendado nas suas críticas para explorarem bancas permanentes. A outra metade do edifício continua a funcionar como mercado municipal, com bancas de peixe, fruta e legumes. No interior do mercado há 26 restaurantes, 8 bares, uma dúzia de lojas, um espaço para eventos e uma escola de cozinha. Entre os restaurantes contam-se o Libertà Pasta Bar, a Marisqueira Azul, o Duro de Matar, o Pinóquio, o Monte Mar e o Café de São Bento. Henrique Sá Pessoa, que tem duas estrelas no seu restaurante Alma, está à frente da Banca 13, onde serve leitão cozinhado lentamente. Marlene Vieira está à frente da Banca 12, com polvo assado e arroz de pato. A Croqueteria propõe um croquete de tinta de choco e um croquete de alheira, e a cerveja Super Bock é servida nas bancas de bebidas centrais. A Time Out Academy, equipada com o apoio da Teka, tem capacidade para 22 pessoas e acolhe workshops, cursos e show cooking.Cais do SodréComida de Rua & Mercados Gastronómicos
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