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A Casa do BacalhauLocalizado na Rua do Grilo 54, 1900-706 Lisboa, o restaurante A Casa do Bacalhau celebra a alcunha carinhosa que Portugal dá ao bacalhau, «o fiel amigo». Ocupa as antigas cavalariças do Palácio do Duque de Lafões e fica perto dos bairros do Beato e de Marvila. A Casa do Bacalhau combina a tradição com a elegância e o requinte. O restaurante é famoso pela forma como confeciona o bacalhau, o que é imediatamente evidente na sua ementa. Uma contagem aponta para vinte e cinco preparações de bacalhau. Na ementa encontram-se frequentemente os pratos de bacalhau «à Brás» e «à Zé do Pipo». Os pratos mais complexos incluem preparações de bacalhau com caranguejo-real ou presunto fumado. A Casa do Bacalhau também é conhecida por servir outras carnes ou peixe. Num esforço por acolher os clientes vegetarianos e veganos, bem como os clientes com sensibilidade ao glúten, o restaurante dispõe de pratos que cumprem estas restrições alimentares. Após a refeição, os clientes podem saborear sobremesas tradicionais portuguesas ou bebidas da extensa carta de vinhos. O restaurante está aberto todos os dias. Aceitam-se reservas e o take-away está disponível. Segundo a mesma fonte, os grupos maiores poderão ser melhor servidos pela maior capacidade deste espaço. Esta fonte classifica este restaurante como de cozinha tradicional portuguesa, tendo o peixe e o marisco como principais ofertas. O site do restaurante aborda a história do bacalhau. Os primeiros registos do bacalhau remontam ao século IX, com os vikings. Os bascos deram início ao comércio do bacalhau no século X. No século XV, o bacalhau tornou-se uma importante fonte de alimento por ter um longo prazo de validade. No século XVI, Portugal, a França e a Inglaterra disputaram o direito de pescar. Este conflito ficou conhecido como a «Guerra do Bacalhau». Portugal é o maior consumidor de bacalhau e este tem uma longa tradição na cozinha portuguesa.Rua do Grilo 54, 1900-706 LisboaRestaurantes
AmorinoO Amorino fica no número 209 da Rua Augusta, no bairro da Baixa, em Lisboa (1100-051 Lisboa). Faz parte de uma cadeia de gelatarias. Dispõe de esplanada ao ar livre. Está aberto às segundas-feiras, das 10:30 à meia-noite, e mantém o mesmo horário de quinta-feira a domingo. Às quartas-feiras, abre às 11:30. A loja oferece muitas iguarias, incluindo sorbets, gelados e sundaes. Outras opções incluem batidos, crepes, waffles e vários bolos e pastéis. Também estão disponíveis bebidas quentes. A equipa está disponível para deixar os clientes serem criativos na preparação dos batidos. Também está disponível chocolate quente italiano, espesso. Os gelados são servidos em forma de rosa. Em cada rosa, o cliente pode ser tão criativo quanto quiser nas combinações de sabores, bem como no tamanho do cone ou do copo. A empresa orgulha-se da qualidade dos seus ingredientes e não utiliza conservantes, aromas artificiais nem intensificadores de sabor. Alguns dos sabores incluem baunilha Bourbon de Madagáscar. A loja alterna sabores sazonais, que já incluíram amêndoa, bergamota, sudachi, calamansi e yuzu. Em 2002, Cristiano Sereni e Paolo Benassi, sócios e amigos de longa data, abriram a primeira loja na Ile Saint-Louis, em Paris. Em 2006, abriram outras lojas em França. A primeira loja internacional foi aberta em Barcelona, em 2008. Mais tarde, abriram lojas em Londres, Milão e Nova Iorque. Em 2013, começaram a vender macarons recheados com o seu gelado. Em 2016, toda a linha de sorbets foi certificada como vegan. Em 2022, tinham 300 lojas em 22 países. Muitas avaliações são favoráveis. Muitas referem o serviço em forma de flor. Uma avaliação menciona as porções grandes. Um cliente considerou o gelado mediano e referiu também uma loja concorrente do outro lado da rua.BaixaGelatarias & Sobremesas
BasilioBASÍLIO Rua dos Bacalhoeiros 111, 1100-068 Lisboa Um café alegre e acolhedor situado no bairro da Baixa, em Lisboa, e junto ao limite com Alfama. O BASÍLIO é um local muito procurado para todas as refeições do dia, desde brunches a cafés estimulantes e batidos. O BASÍLIO segue a tendência de apresentar a comida de forma agradável aos olhos. Embora a sua comida seja artística e bonita, o BASÍLIO dá grande ênfase à saúde da sua comida e dos seus clientes. Diz-se que a apresentação da comida do BASÍLIO é ideia de Barbara. O menu vai de tostas a hambúrgueres. Segundo Sancha Trindade, Barbara e Bernardo Mesquita são os cérebros por trás do BASÍLIO e do grupo de restaurantes I Love Nicolau. O Basílio é o primo do restaurante Nicolau. Os proprietários deram a este café o nome de uma personagem de um romance português. Diz-se que Basílio atravessou o Atlântico. Acabou por regressar a Lisboa para viver a vida de um boémio e desfrutar das coisas boas que a vida tem para oferecer. A influência brasileira substitui a influência francesa na personagem de Primo Basílio. Além disso, o Basílio incorpora cores como o amarelo. O espaço tem também características de Niemeyer. Os proprietários do Basílio incorporaram numerosos pormenores, que incluem: paredes coloridas, um letreiro de néon com a frase "Never Grow Up" e uma pintura do cão Basílio criada por Catarina Rosa. O design e o ambiente do Basílio são uma boa representação de LA e de Lisboa. O Basílio está aberto todos os dias das 9h às 20h. Pode ser contactado por telefone através do +351 218 863 075. O seu Instagram é basiliolisboacafe.BaixaCafés & Casas de Café
Boa-BaoO Boa-Bao é um restaurante pan-asiático em Lisboa, no bairro do Chiado, no Largo Rafael Bordalo Pinheiro 30, 1200-369 Lisboa. Fica numa praça encantadora perto do Chiado e oferece uma alternativa cheia de estilo à cozinha tradicional portuguesa. É descrito como um restaurante pan-asiático popular e vibrante em Lisboa. Abriu no final da década de 2010 com um conceito descontraído e cheio de energia que não abdicou da autenticidade regional, e depressa se tornou presença assídua na cena gastronómica da cidade. A praça tem o nome de Rafael Bordalo Pinheiro, artista e ceramista português do século XIX. O seu nome faz também parte da morada do restaurante, Largo Rafael Bordalo Pinheiro 30. O exterior e a identidade visual do restaurante aludem aos motivos de andorinhas associados a Bordalo Pinheiro. Ao longo dos anos manteve a popularidade, e tanto viajantes como habitantes locais têm elogiado frequentemente a sua consistência e o seu ambiente. Os horários variam ao longo da semana. À segunda, terça e quarta-feira, o restaurante está aberto das 12:00 às 15:30 e novamente das 18:30 às 22:30. Quinta e sexta-feira seguem a mesma janela de almoço, mas o período da noite prolonga-se até às 23:30, uma hora mais tarde. O serviço noturno de quinta e sexta-feira termina, por isso, à mesma hora que ao sábado. Ao sábado não há pausa a meio do dia, com serviço das 12:00 às 23:30. Ao domingo é também contínuo, das 12:00 às 22:30, o que é uma hora mais cedo do que o encerramento de sábado. Entre as 15:30 e as 18:30, o restaurante está fechado de segunda a sexta-feira, enquanto ao sábado e ao domingo permanece aberto durante toda a tarde. Formam-se filas rapidamente, uma vez que o restaurante privilegia os clientes sem reserva ou reservas limitadas, consoante o turno. Para evitar uma longa espera, chegue mesmo à abertura ao almoço, por volta das 12:00, ou cedo ao jantar, por volta das 18:30. Ambas as horas correspondem aos horários indicados, uma vez que os períodos do meio-dia e da noite começam às 12:00 e às 18:30. O menu resulta bem quando se pedem vários pratos pequenos, dim sum e baos para partilhar à mesa, em vez de um único prato principal. Há também uma carta de cocktails em estilo passaporte, que apresenta sabores regionais inventivos. O restaurante fica mesmo na sua pitoresca praça, o que proporciona um agradável passeio antes ou depois da refeição. Os visitantes podem consultar as propostas atuais no site oficial do Boa-Bao.ChiadoRestaurantes
Castro – Atelier de Pastéis de NataCastro – Atelier de Pastéis de Nata encontra-se na Rua Garrett 38, 1200-203 Lisboa. É especializada no pastel de nata e está aberta todos os dias das 8:30 às 22:00. A pastelaria está registada no Visit Lisboa como café e é membro do Turismo de Lisboa. Os visitantes portugueses podem provar uma parte da sua história, e os visitantes estrangeiros podem apreciar o contexto histórico do país através do mesmo pastel. O objetivo da Castro é proporcionar aos seus clientes uma verdadeira representação da doçaria conventual portuguesa. Os pastéis são um convite à história e oferecem aos seus visitantes um sabor de Portugal. Proporcionam aos seus visitantes a oportunidade de levar consigo uma parte de Portugal. Esta receita mantém a sua autenticidade ao usar os melhores ingredientes e métodos tradicionais de confeitaria. O creme é aveludado e equilibrado com citrinos. Os fundadores modificaram e experimentaram vários fatores da receita que afetam o produto final, incluindo as proporções dos ingredientes e a temperatura de cozedura. Esforçam-se por fazer a melhor versão da receita. São incorporados designs modernos e elegantes, mantendo, ao mesmo tempo, o apreço pelas tradições da pastelaria portuguesa. A Castro tem três lojas em Portugal, duas em Lisboa e uma no Porto. É costume polvilhar os seus pastéis com açúcar em pó e canela. Café, chá, licor de ginja e vinho do Porto são as bebidas recomendadas para acompanhar. Segundo o Visit Lisboa, os pastéis da Castro são uma representação da cozinha tradicional portuguesa. A loja da Castro tem 92 avaliações no TripAdvisor e uma classificação média de 4,6. A Castro pode ser encontrada em http://castropasteisdenata.pt.ChiadoPadarias & Pastelarias
Cinema São JorgeO Cinema de São Jorge localiza-se em Lisboa. Possui apenas três salas, mas todas elas com uma grande capacidade. Nas suas instalações, para além de cinema, é possível encontrar espetáculos de dança, teatro, e mais alguns.Príncipe RealCinemas
Cinemateca PortuguesaA Cinemateca Portuguesa fica na Rua Barata Salgueiro 39, 1269-059 Lisboa, no bairro do Príncipe Real. É uma instituição pública tutelada pelo Ministério da Cultura cuja missão é proteger e divulgar o património cinematográfico português, funcionando também como um arquivo de filmes que realiza sessões diárias de filmes de todo o mundo. Abre de segunda a sábado, das 12:00 à 01:00, e não abre aos domingos. A instituição remonta a 1948, sob o regime do Estado Novo, e nasceu de uma coleção proveniente do antigo Secretariado de Propaganda Nacional, mais tarde rebatizado Secretariado Nacional de Informação. O seu primeiro diretor foi Manuel Félix Ribeiro, que trabalhava nesse secretariado. Em 1956 tornou-se membro da Federação Internacional de Arquivos de Filmes e, no mesmo ano, inaugurou a sua primeira sala própria de exibições. A 29 de setembro de 1958 realizou a sua primeira sessão pública e independente no Palácio Foz, e a sua biblioteca abriu ao público no dia seguinte. Tornou-se uma instituição autónoma em 1980. Em 1979, o Estado português comprou o número 39, uma residência que tinha pertencido à família do advogado e político Morais Carvalho. A casa tinha sido construída num terreno comprado ao próprio Barata Salgueiro em 1887. O novo cinema abriu ao público em 1980. Entre 2001 e 2002, o edifício foi restaurado pelos arquitetos Alberto Castro Nunes e António Maria Braga, e as atividades mudaram temporariamente para o Palácio Foz. As instalações reabriram em dezembro de 2002 com salas de projeção renovadas e um espaço museológico chamado 39 Degraus. Atualmente, as instalações incluem duas salas de cinema, batizadas com os nomes de Félix Ribeiro e Luís de Pina, bem como um arquivo e um Museu do Cinema. Na Sala Cupido, uma exposição mostra Lanternas Mágicas, e outras coleções abrangem som, iluminação, vídeo, objetos decorativos e aparelhos de pré-cinema. Uma livraria dispõe de livros de cinema e DVDs. Um restaurante com esplanada fica no mesmo piso, e o restaurante e café 39 Degraus deve o seu nome a uma homenagem a «Os 39 Degraus», de Hitchcock. A programação inclui debates, apresentações de autores, ciclos de cinema e festivais de cinema independente, e a Cinemateca Júnior dirige-se ao público mais jovem. No verão, são exibidas sessões ao ar livre na língua original com legendas em português. O Visit Lisboa indica uma classificação de viajantes de 4,4 no Tripadvisor, com base em 55 avaliações. Contactos: +351 213596200, cinemateca@cinemateca.pt ou www.cinemateca.pt.Príncipe RealCinemas
Clube de JornalistasNa Rua das Trinas 129, 1200-857 Lisboa, no bairro da Estrela, em Lisboa, encontra-se o restaurante Clube de Jornalistas. Uma fonte situa o restaurante no centro da Lapa. Originalmente uma mansão construída no século XVIII, o restaurante ocupa o edifício e utiliza a porta verde como entrada principal do restaurante. O restaurante está aberto ao público e não é necessário ser membro do clube de imprensa para lá jantar. O restaurante é conhecido por receber diplomatas, políticos e membros da imprensa. O Clube de Jornalistas abriu oficialmente em 1986. Durante o regime de Salazar, os membros da imprensa usavam um local de encontro secreto na Casa da Imprensa, situada no bairro do Chiado, em Lisboa. O chef e coproprietário André Magalhães traz uma perspetiva única enquanto jornalista de gastronomia e vinhos e membro do movimento Slow Food. O restaurante dispõe de um jardim interior e de várias salas de jantar diferentes. A sala de jantar principal fica na antiga cozinha. O jardim é uma zona de refeições ao ar livre nos meses mais quentes. A cozinha apresenta uma interpretação criativa da gastronomia mediterrânica e reflete a tradição vinícola portuguesa, com uma garrafeira. É cobrado um couvert de 2,50 € por pessoa. Alguns dos pratos da ementa atual incluem sopa de abóbora (7 €), beringela (9 €), polvo (27 €), camarões-tigre (30 €) e peixe da semana (28 €). As sobremesas incluem bolo de chocolate com crumble de avelã (7,50 €) e cannoli com foie gras (9 €). O restaurante referiu que a sua comida pode conter glúten e frutos secos. Pediu também aos clientes que possam ser alérgicos que contactem o pessoal. O restaurante está fechado aos domingos. Serve almoços das 12h30 às 14h30 e no mesmo horário aos sábados. As reservas podem ser feitas no site do restaurante ou pelo telefone +351 213 977 138.EstrelaRestaurantes
Cockpit BarNa Avenida Sacadura Cabral 18C, em Lisboa, fica o Cockpit Bar. Situa-se nas zonas de Alvalade e do Areeiro, perto da Avenida de Roma. O nome do bar assenta-lhe bem, uma vez que o interior é pequeno, como o de uma cabina de avião. É colorido. Há uma esplanada ao ar livre. No passado, foi inaugurado por dois comandantes da TAP, em 1973. Mais tarde, mudou de mãos e, em 1995, foi entregue a Pedro Mauricio pela mãe. Foi um voto de confiança e, aos 28 anos, Pedro Mauricio tentava estabilizar a vida e dar a si próprio um novo começo. Encara a gestão do bar como uma segunda oportunidade. Pedro aprendeu originalmente a fazer cocktails ao ler um livro. No início, preparava cada cocktail seguindo à risca as instruções do livro. O Pedro não bebe, pelo que nunca provou um cocktail. No início do novo milénio, o gin ficou na moda em Lisboa e o bar adaptou-se à mudança. Os clientes mais jovens apreciam o estabelecimento como um local tranquilo para terminar o dia de trabalho e desfrutar de uma bebida. O bar oferece cocktails à base de gin e pequenos pratos. Os clientes têm um favorito: o Pedro, o proprietário. O Pedro esteve muito ativo durante a visita, levantando-se frequentemente da sua mesa para cumprimentar os clientes e indicar-lhes lugares. O ambiente descontraído do bar permite que os clientes interajam uns com os outros. Com o passar das horas, o ambiente torna-se mais animado e vibrante. O estabelecimento está aberto de segunda a sexta-feira, das 18h00 às 2h00. Encerra aos domingos. Tem uma avaliação de 4,5 no Charmed Giraffe.Avenida Sacadura Cabral 18C, 1000-105 LisboaBares & Vida Noturna
Dom FeijãoDom Feijão é um restaurante de grelhados no bairro de Alvalade, em Lisboa, no Largo Machado de Assis 7D, 1700-116 Lisboa, perto da Avenida de Roma. A sua cozinha segue a tradição da cozinha tradicional portuguesa, e o nome traduz-se como "Sir Bean". O almoço é servido das 12:00 às 15:30 e o jantar das 19:00 às 22:30, de segunda a sábado, e o restaurante está encerrado aos domingos. Os clientes são servidos à mesa, e há uma esplanada espaçosa, bem como sala interior. A história por detrás do restaurante começa com João Araújo. Ele e o irmão António, juntamente com o primo José Pinto, todos originários de Paredes de Coura, fundaram Os Courenses em 1992. João saiu em 2003 e geriu um espaço chamado Sem Nome até novembro de 2008. No mês seguinte, abriu o Dom Feijão. A sua mulher, Estela Araújo, sempre teve a principal responsabilidade pela cozinha. O restaurante considera-se moderno, mas procura manter vivas certas especialidades regionais e tradicionais. Cada dia, de segunda a sábado, tem a sua própria especialidade. Quinta-feira traz a dobrada à moda do Porto, os pratos de terça-feira incluem iscas, e o sábado é descrito como um dia de grande movimento. Entre os pratos do restaurante contam-se o bacalhau à lagareiro, feito com bacalhau, alho e azeite, bem como a picanha, o robalo grelhado com legumes salteados e o peixe miúdo servido com arroz de tomate. Também aparecem os lombinhos, os filetes e as batatinhas caseiras, e o cheesecake está entre as sobremesas. Também há café. Um redator do Salt of Portugal nomeou-o um dos seus restaurantes de bairro favoritos, elogiando as doses generosas, os preços modestos e os ingredientes de primeira qualidade. A sua refeição começou com sardinhas marinadas fritas e presunto de porco preto, seguindo-se cherne escalfado, secretos grelhados e bacalhau grelhado com batatas assadas em azeite. Havia um sável no frigorífico, mas o empregado explicou que precisa de ser fatiado e de várias horas de marinada e não pode ser apressado. O chefe João Araújo disse-lhe que os ingredientes são o único luxo do restaurante. A sala de jantar é muito frequentada por famílias. A linha de reservas pode não ser atendida quando o pessoal está muito ocupado, pelo que reservar exige persistência. O número é +351 21 846 4038. Recomenda-se reserva tanto ao almoço como ao jantar, e é habitual esperar por uma mesa. Por baixo do restaurante existe um parque de estacionamento pago, e o empregado pode validar o estacionamento. Aceitam-se cartões e pagamentos contactless, e há cadeiras de bebé, Wi-Fi e lugares acessíveis a cadeiras de rodas.AlvaladeRestaurantes
Fábrica Coffee RoastersA Fábrica Coffee Roasters está localizada na Rua das Flores 63, em Lisboa. Esta cafetaria e torrefação situa-se no bairro do Chiado. Enquanto café e cafetaria, o seu horário de funcionamento é o mesmo todos os dias, das 9h00 às 17h00. Um guia de café indica um endereço onde os clientes podem levar o café, consumir no local e receber café por entrega. Os horários indicados no guia de café provêm do Google e podem não estar atualizados. Os fundadores da Fábrica querem levar o café de especialidade aos portugueses. Querem partilhar o seu conhecimento e a sua paixão pelo café com os seus clientes. Querem proporcionar uma experiência aos seus clientes. De acordo com o seu site, a Fábrica estabelece relações de comércio direto com os produtores para garantir um café sustentável. A Fábrica afirma que se preocupa com todas as etapas do processo do café. A loja tem um conjunto de valores, sendo os anteriores apenas alguns deles. A loja tem atualmente sete espaços: cinco em Lisboa e dois no Porto. De acordo com o seu site, clientes de vários países passaram a apreciar o café de especialidade da Fábrica e apoiaram a criação da comunidade de café da empresa. A Fábrica oferece um serviço de subscrição de café. O site também oferece vários cafés, incluindo café em grão: Pueblo a 16,00 €, Negrisa a 16,00 €, Cenit a 14,90 €, Shantawene a 18,00 €, Pitalito a 14,90 € e Popayan Decaf a 18,00 €, com impostos incluídos. Para encomendas em Portugal continental de valor superior a 30 € e para todas as subscrições, o envio é gratuito.ChiadoCafés & Casas de Café
Ground BurgerO Ground Burger é um restaurante de hambúrgueres na Avenida António Augusto de Aguiar 148, no bairro das Avenidas Novas, em Lisboa, com o código postal 1050-021. O próprio site do restaurante apresenta este espaço com o nome de São Sebastião, e o número de porta é indicado como 148A. O restaurante abre ao meio-dia e mantém-se aberto até à meia-noite, com a cozinha a receber os últimos pedidos às 23:30. As mesas podem ser reservadas através do site, que também disponibiliza ligações para a ementa, para uma carta de cervejas separada e para entregas através da Glovo. A Time Out indica que o preço de uma refeição é de até €20. O restaurante apresenta-se como sendo de inspiração americana. Segundo o seu perfil de empresa, a carne é 100% Black Angus certificada, picada fresca todos os dias e cozinhada na hora. Um guia construído com base em recomendações de chefs acrescenta que tudo é feito na casa e fresco diariamente, dos pães e das batatas fritas aos batidos. A Time Out descreve uma dose de 150 gramas de carne Black Angus dentro de um pão brioche feito no local e tostado por dentro, combinada com ingredientes de qualidade e servida com anéis de cebola. Refere ainda que a preparação acontece à vista dos clientes. A ementa apresenta clássicos americanos: hambúrgueres, batatas fritas cortadas à mão, batidos espessos e uma vasta seleção de cerveja artesanal, servida à pressão e em garrafa. A empresa refere que os seus batidos caseiros seguem uma receita secreta e que oferece cervejas artesanais importadas e locais. A Time Out menciona batidos XL e diz que a ementa combina bem com eles e com as cervejas artesanais. O prato que a Time Out sugere experimentar é o Ground Burger, que vem com cheddar, alface, tomate, cebola roxa e molho GB. A empresa indica como especialidades hambúrgueres, batatas fritas, batidos e cervejas. O guia de chefs descreve o ambiente como acolhedor e sem pretensões, um lugar feito para o sabor e não para o aparato, com um público fiel entre locais e visitantes. Nomeia vários chefs que escolhem o restaurante, incluindo Vitor Sobral, da Tasca da Esquina, Pedro Pena Bastos, chef e proprietário do Broto, Gil Fernandes, chef executivo no Fortaleza do Guincho, e Fagner Buzinhani, chef executivo no GoJuu. O guia data o restaurante de 2015. O Ground Burger tem mais três espaços em Lisboa: Santa Apolónia, na Av. Infante Dom Henrique 9; um Airstream na Av. da Índia 178, aberto do meio-dia às 22:00; e o Time Out Market Lisboa, na Av. 24 de julho 49, aberto das 10:00 à meia-noite. Para informações sobre este espaço, contacte +351 213 717 171 ou hello@groundburger.com.Avenidas NovasRestaurantes
Il MatricianoO Il Matriciano é um restaurante italiano especializado em cozinha romana, situado no bairro de São Bento, em Lisboa, na Rua de São Bento, 107. O restaurante fica mesmo em frente à Assembleia da República (o Parlamento português). Alessandro Laganà e Stefania Carpoca (sommelier) abriram o Il Matriciano em 2015, com o compromisso de produzir autêntica massa romana. Daí o nome Il Matriciano, um jogo de palavras com a massa à amatriciana. O menu inclui outras variedades de massa. Embora o menu inclua alguns outros pratos, a massa é claramente a protagonista da casa. A massa provém de dois produtores artesanais, reconhecidos pelo Gambero Rosso International, nas Marcas e nos Abruzos. O guanciale vem de uma loja em Amatrice. A sala interior tem capacidade para 50 pessoas. Em 2021, o Il Matriciano venceu o Little Big Italy, no canal NOVE, no episódio 4 da 4.ª temporada, "Lisbona" (11 de outubro de 2021). O chef Francesco Panella avaliou a autêntica identidade italiana no estrangeiro, e o Il Matriciano obteve mais um ponto do que o Bella Ciao e o La Bottega di Giò. O site do Il Matriciano reúne artigos destas publicações: Observador, Visão, Time Out, Mesa Marcada e MAGG. Também reúne avaliações do Tripadvisor. O Il Matriciano tem 1165 avaliações no Google, com uma média de 4,5, e 376 avaliações no TripAdvisor, com uma média de 4,2. No total, o restaurante conta com mais de 1500 avaliações. Um cliente contou que começou com uma entrada de bruschetta. Seguiram-se massa carbonara e massa com amêijoas e bottarga, e terminou com uma sobremesa de morango. Outro elogiou o ambiente acolhedor e a qualidade das massas e dos pratos de arroz. O Il Matriciano está aberto das 12h30 às 15h00 e novamente das 19h30 às 23h00. Encerra aos domingos.São BentoRestaurantes
Lagoa AzulLagoa Azul é um restaurante português situado em Almada. O restaurante fica na Avenida Dom João I, 10, na zona do código postal 2800-111. Segundo o site do restaurante, o código postal é 2800-110. O Lagoa Azul é um restaurante despretensioso que serve refeições aos clientes que se mantêm afastados das zonas turísticas de Lisboa. O restaurante serve refeições aos moradores e a quem trabalha na zona. A fama do restaurante deve-se aos seus pratos portugueses fartos e frescos. Entre os pratos contam-se marisco variado, gambas ao alho, berbigão à Bulhão Pato, caranguejo e tamboril. Outros pratos servidos no restaurante incluem vários pratos de arroz, uma sopa de peixe e bacalhau no forno. Como acompanhamento, há batatas fritas. Entre as opções do menu estão a picanha, o bife do lombo frito, o prego no pão e uma opção de porco. A picanha e o bife do lombo frito são descritos como tenra e estaladiço, respetivamente. A Schoko Nuss Torte und Milchkaffee Galeao também é doce. O site do restaurante descreve uma oferta semelhante à de um café, com bolos, comida portuguesa e café expresso. Para os mais gulosos, o site indica que há também compota, chocolate e outras sobremesas. Os clientes são convidados a vir ao almoço ou ao jantar e a aproveitar a esplanada e o bom tempo. O site refere também que a sala tem ar condicionado e que há Wi-Fi gratuito e esplanada, com pagamento por cartão de débito ou em numerário. Encerra às segundas-feiras. O número de telefone é 351212754625, o e-mail é Lagoa1965@gmail.com e tem uma classificação de 4,5 no Charmed Giraffe.AlmadaRestaurantes
Loja das ConservasA Loja das Conservas fica na Rua do Arsenal 130, 1100-040 Lisboa, no bairro do Cais do Sodré. Ocupa uma esquina movimentada da Baixa, perto da zona ribeirinha. É uma boutique especializada e uma montra cultural dedicada exclusivamente à secular tradição portuguesa das conservas de peixe e marisco. Está aberta todos os dias da semana, das 10h00 às 20h00. Foi nesta morada que nasceu a primeira unidade do projeto. Abriu portas em agosto de 2013 e foi um sucesso imediato. Seguiram-se outras lojas em Lisboa e no Porto, bem como um restaurante. A loja é a loja oficial da Associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixe, que patrocina o projeto. O espaço é amplo e está decorado com os designs coloridos de diferentes conserveiras. Tem também um mural de homenagem aos trabalhadores das conserveiras portuguesas e convida os visitantes a conhecer um pouco da longa história da indústria. Os produtos estão organizados por produtor. Estão representadas dezassete conserveiras nacionais, que, em conjunto, oferecem mais de 300 produtos. Alguns deles são marcas de exportação que só se encontram nesta loja. A oferta vai da sardinha ao atum, ao polvo e ao mexilhão, além de outros produtos do mar, provenientes de mais de uma dúzia de fábricas de conservas de todo o país. O espaço é descrito como fixe, com uma decoração moderna que dá nova vida ao velho ofício das conservas de peixe. As latas são consideradas peças de coleção e uma boa ideia de presente para quem queira partilhar esta tradição gourmet. Os produtos também podem ser comprados online, no site da empresa. As encomendas de mais de 25 unidades são tratadas por e-mail, através de lojadasconservasonline@gmail.com. O número de telefone da loja de Lisboa é +351 911 181 210. Mesmo ao lado fica o snack-bar, que se chama Petiscos, palavra que designa pequenas porções de comida. Serve tudo o que se vende na loja. Se um artigo estiver à venda mas não constar do menu, a cozinha prepara-o mediante um suplemento. Um visitante descreveu umas lulas recheadas com tinta que vinham de uma lata. Foram ligeiramente reaquecidas para se manterem macias e vinham recheadas com arroz cozinhado na tinta, com pedacinhos de marisco. O melhor era aproveitar o azeite que ficava no prato com pão estaladiço, que chegou frio. As sardinhas em lata são servidas num assador de barro e costumam ser grelhadas no próprio óleo, com um empregado a acendê-las. Por cima, pode juntar-se tomate picado, azeite e alho. O mesmo visitante reparou que uma limonada custava mais do que uma cerveja bem gelada.Cais do SodréRestaurantes
Maria AzeitonaA Maria Azeitona é um restaurante português situado na Rua Alfredo Keil 16, 2700-036 Amadora, numa das principais ruas do centro da cidade. Abriu ali em 2013, com um conceito assente na cozinha portuguesa e em petiscos para partilhar. Está aberto todos os dias, das 12h00 às 15h00 e novamente das 19h00 às 22h00, e o número de telefone é 214066261. Um blogger que o visitou em 2015 descreveu uma sala moderna, em madeira clara, com uma decoração quase espartana e cadeiras simples. O espaço era dominado por um grande balcão de serviço, uma garrafeira e, naturalmente, azeitonas. Os clientes sentavam-se a uma longa mesa partilhada, junto a uma janela alta que resguarda do bulício da rua, e três ecrãs de televisão estavam sintonizados num canal de culinária. O restaurante tem 42 lugares. Segundo a gerente, Denise Albuquerque, ao almoço vêm sobretudo pessoas que trabalham em empresas das redondezas. O jantar atrai um público mais jovem e funciona em dois turnos, às 19h30 e às 21h30. A lista de petiscos é longa. A gerente diz que a refeição deve começar com ovos rotos com enchido de Barrancos e cebola frita estaladiça. Ao contrário da versão tradicional espanhola, aqui os ovos são mexidos. Entre os outros pratos para partilhar contam-se os mexilhões gratinados com Queijo da Ilha, o queijo de cabra gratinado com frutos silvestres, o choco frito à moda de Setúbal, os ovos verdes, os peixinhos da horta e o pica-pau. O blogger de 2015 elegeu os ovos verdes como os seus preferidos. A refeição começou com um couvert de azeitonas temperadas, pão e queijos frescos. Também há pratos principais. Ainda assim, a gerente diz que muitos clientes se ficam pelos petiscos para partilhar ou pedem dois pratos principais para quatro pessoas, mais um conjunto de entradas. A carta inclui lascas de bacalhau à Lagareiro sobre cama de broa com espinafres, filetes de pescada com arroz de amêijoa e um bitoque à moda de Lisboa. Tem ainda duas saladas e duas opções vegetarianas, um risotto e um Brás de legumes. Recomenda-se reserva, e o blogger de 2015 aconselhava a marcar mesa para evitar a habitual fila. Além da sala, o restaurante tem take-away para levantar no local e um serviço expresso que leva a encomenda até ao carro. Faz ainda entregas ao domicílio na Amadora, em Lisboa, Queluz, Belas, Massamá, Carnaxide, Linda-a-velha e Algés. É possível comprar cartões-oferta. Aceita pagamento por PayPal, cartão de crédito, Multibanco e MBWay, e o pagamento em numerário só é aceite no take-away. O proprietário, Pedro Lopes, abriu casas no Aeródromo de Tires, no Campo Pequeno e em Campo de Ourique, a quarta da marca, embora a gerente afirme que a Amadora continua a ser a base.AmadoraRestaurantes
Mercado do PeixeSituado em Lisboa, Portugal, o Mercado do Peixe fica na Estrada Pedro Teixeira 4, 1400-047 Lisboa. O Mercado do Peixe fica na Ajuda, no Caramão da Ajuda, embora algumas fontes o situem em Vila Simão. Está perto de zonas residenciais, mas afastado das zonas turísticas mais urbanizadas/populares de Lisboa. É um restaurante de peixe e marisco que já foi mercado, conhecido pelo peixe e marisco grelhados. Ao entrar, a primeira coisa que se vê é um pequeno mercado de peixe. Aqui pode comprar peixe cru, pago ao peso. Se ainda tiver fome enquanto espera que o seu peixe seja cozinhado, pode pedir camarão de Espinho ou percebes. Se depois do peixe ainda tiver espaço para a sobremesa, pode pedir a tarte de “nata”. A tarte é feita na casa e servida morna. O restaurante tem vista para o verde de Monsanto, e não para o mar. É uma boa escolha tanto para almoços de negócios como para encontros e convívios. Há também quem lá vá pelo marisco português grelhado. Segundo a Time Out, a refeição pode chegar aos 40 euros. Ligue para confirmar antes de ir. O restaurante está fechado à segunda-feira. De terça a sábado, serve almoços das 12:30 às 15:30 e jantares das 19:30 às 22:30. Ao domingo, serve apenas almoço, das 12:30 às 15:30. Confirme o horário antes de ir, porque as várias fontes não dão todas o mesmo horário. O restaurante tem bar completo e acesso para cadeiras de rodas. Há também estacionamento, e pode chegar de transportes públicos pelas carreiras de autocarro 723, 729 e 760.Estrada Pedro Teixeira 4, 1400-047 LisboaRestaurantes
Museu Arqueológico do CarmoO espólio museológico da Associação dos Arqueólogos Portugueses, que deu origem ao Museu Arqueológico do Carmo (MAC), encontra-se instalado, desde 1864, nas denominadas Ruínas do Carmo, classificadas como Monumento Nacional, correspondendo à antigaChiadoMuseus
NómadaNómada é um restaurante de fusão japonesa no bairro das Avenidas Novas, em Lisboa, na Avenida Visconde Valmor 56 D/E, 1050-241 Lisboa, telefone (+351) 917 779 737. Abriu no número 40A da mesma avenida, num rés-do-chão com esplanada nas traseiras onde antes funcionava um café chamado Melt. Segundo a Visão, foi aberto a 3 de agosto por antigos elementos da equipa do Sushic. Mais tarde, o restaurante mudou-se para um novo espaço a menos de 200 metros. O projeto é do Spacegram Studio e o espaço tem lugar para 80 comensais, em vez de 60. A cozinha junta o sushi de fusão e a cozinha asiática tradicional com sabores europeus e portugueses, usando ingredientes frescos e da época. O chef Francisco Bessone orienta a carta, e a Visão referiu também os chefs Mário Ribeiro e Bruno Oliveira a seu lado. A Time Out descreve gunkans, temakis, makis, ceviches e carpaccios, com peixe variado, algum vindo dos Açores, a par de fritos, molhos e açúcar. Recomenda o tataki de atum e deu ao restaurante 4 estrelas em 5. A crítica da Visão incluía ostras com kimuchi, rebentos de coentros e esferificação de maracujá, a 3 € cada, e um ceviche de peixe branco com leite de tigre, chips e puré de batata-doce, a 11 €. O Gunkan MR, a 8 €, envolve o arroz em salmão e leva por cima vieira flamejada em vinho de Carcavelos. O Naco Nómada, a 15 €, vem coberto de massa folhada e nesse dia trazia bacon e queijo. Giscard Müller criou uma carta de vinhos composta quase só por rótulos pouco conhecidos. A Visão indicou um preço médio de 30 €, enquanto a Time Out fala em até 30 €. O interior das Avenidas Novas inspira-se no simbolismo japonês. Asase, uma peça contemporânea, reinterpreta um cardume de peixes a nadar na mesma direção. Os tecidos do teto inspiram-se nos nerons, peças de linho usadas antigamente para proteger do vento, da chuva e do pó. A Spacegram descreve um ambiente de luz baixa, com materiais naturais e cores calmas. Tem mesas e balcões em pedra lioz, paredes verdes inspiradas no kombu, cadeiras amarelo-torrado que lembram a mostarda karashi, pormenores em carvalho e latão em bruto. A disposição do espaço segue a proporção 2:1 do tatami. Há lugares ao balcão, mesas para grupos e recantos mais intimistas. O horário é de segunda a quinta das 12:00 às 15:00 e das 19:00 às 23:00, à sexta das 12:00 às 15:00 e das 19:00 às 23:30, ao sábado das 12:00 às 15:30 e das 19:00 às 23:30, e ao domingo das 12:30 às 15:30 e das 19:00 às 23:00. Um segundo restaurante, o Nómada Chiado, fica na Rua da Horta Seca 5, 1200-221 Lisboa. As encomendas para entrega ao domicílio e o take-away estão disponíveis pelo +351 917 779 737.Avenidas NovasRestaurantes
O Bom, O Mau e O VilãoO Bom, O Mau e O Vilão é um bar no bairro do Cais do Sodré, em Lisboa, na Rua do Alecrim 21, 1200-014 Lisboa. O nome vem de um western spaghetti de Sergio Leone; em inglês, o filme chama-se The Good, the Bad and the Ugly. A Time Out descreve o espaço como um projeto ambicioso com várias facetas: bar, restaurante, cineclube e sala de concertos, com um concerto ou DJ set todos os dias. Outras descrições apresentam-no como um bar de cocktails retro, com música ao vivo e muitas salas, mais próximo de um labiríntico centro cultural do que de um pub de sala única. O espaço ocupa um edifício residencial do século XVIII, entretanto reconvertido. Foi pensado para dar a sensação de se estar a deambular por um apartamento excêntrico e artístico, e não por um bar comercial. As salas têm um estilo retro e distinguem-se pela cor, com espaços azuis, cor-de-rosa, vermelhos e amarelos, além de recantos privados. Várias salas exibem murais marcantes de artistas locais. A ideia é oferecer diferentes ambientes sociais debaixo do mesmo teto. Assim, pode começar-se a noite com uma conversa tranquila e uma bebida nas salas da frente e, mais tarde, passar para uma pista de dança animada ou para um concerto ao vivo mais ao fundo. A Time Out observa que, na maioria dos bares de Lisboa, reinam o house e a eletrónica, ao passo que aqui dominam o soul, o funk, o afrobeat e o jazz. Convém consultar a programação diária com antecedência, já que o cartaz tanto pode trazer jazz suave ao vivo no início da semana como um DJ set enérgico ao fim de semana. A música ao vivo e os DJ sets começam muitas vezes mais tarde, e o ambiente vai aquecendo depois das 22h00. Quanto às bebidas, os cocktails clássicos, como o Old Fashioned ou o Negroni, são preparados com destilados de qualidade. Há também gin tónico, com uma seleção de gins e águas tónicas premium, servido em copo de balão. Não se aceitam reservas, e os lugares são ocupados por ordem de chegada. Como o espaço está dividido em salas pequenas e intimistas, conseguir lugar pode tornar-se difícil depois das 22h00, sobretudo ao fim de semana. Vale a pena explorar todas as salas, já que o ambiente muda do salão da frente até à pista de dança ao fundo. O bar fica a poucos minutos a pé da estação do Cais do Sodré, servida por metro e comboio, e também se chega lá a pé, descendo do Chiado. Abre de terça a quinta-feira, das 21:00 às 02:00; sexta e sábado, das 19:00 às 03:00; e domingo, das 21:00 às 02:00. Encerra às segundas-feiras.Cais do SodréBares & Vida Noturna
O FradeO Frade é um restaurante na zona de Belém, em Lisboa, na Calçada da Ajuda 14, 1300-014 Lisboa. Fica mesmo ao lado do Museu Nacional dos Coches e a poucos passos do Mosteiro dos Jerónimos e da zona ribeirinha de Belém, o que faz dele uma paragem prática para almoçar ou jantar durante um dia a explorar o bairro. O restaurante tem um Bib Gourmand Michelin e tem vindo a somar vários prémios. O conceito é uma reinterpretação da clássica tasca portuguesa, e o espaço é muito pequeno. A maior parte dos lugares fica ao balcão, disposto em torno de uma zona de preparação aberta, e o balcão em U acolhe apenas um punhado de pessoas. É frequente ver Afonso a cozinhar ali mesmo, à vista dos clientes. Como o espaço é tão limitado, aparecer sem reserva é praticamente impossível, sobretudo ao jantar, por isso é essencial reservar com bastante antecedência. A equipa é calorosa e explica com gosto a origem das receitas, o que faz do balcão o sítio ideal para tirar dúvidas sobre a comida e o vinho. O ambiente presta-se a uma refeição descontraída entre amigos, e este é também um dos poucos sítios na Grande Lisboa onde se pode jantar sozinho de forma descontraída. Na cozinha, o Chef Diogo Carvalho trabalha petiscos portugueses clássicos, entre eles grão com lulas, salada de bacalhau e escabeche de pato. A secção de pratos principais da carta é curta, e há dois pratos que se destacam: o arroz de polvo e o arroz de pato. Chefs e amantes da boa mesa da cidade começaram a passar aqui os seus dias de folga. A cozinha vai buscar influências a todo o país, e os donos dizem que servem a comida de que gostam de comer. A família está presente em tudo. Afonso é sócio do primo, Sérgio Frade, que está mais ligado à sala. Os avós de ambos tiveram um restaurante com o mesmo nome no Alentejo, desde os anos 60, e algumas receitas de família continuam a chegar às mesas. O vinho segue a mesma linha: o restaurante serve os vinhos DOC da família, bem como o vinho da talha produzido pela família, um vinho feito em ânfora, que acompanha bem os sabores intensos do Alentejo. O Frade está aberto de segunda a quinta-feira, das 12h30 às 15h00 e das 18h00 às 23h00. À sexta-feira, sábado e domingo, o almoço é servido das 12h30 às 16h00 e o jantar das 18h00 às 23h00. O número de telefone do restaurante é +351 939 482 939.BelémRestaurantes
Palácio ChiadoO Palácio Chiado fica na Rua do Alecrim 70, 1200-018 Lisboa, e é um restaurante instalado num palácio do século XVIII. Segundo a Visit Lisboa, o palácio acolhe atualmente várias cozinhas, todas sob a direção do Chef Manuel Bóia. A mesma fonte descreve estas cozinhas como contemporâneas e refere que o Palácio Chiado disponibiliza Wi-Fi. Em 2018, o palácio foi alvo de obras de renovação e acrescentou novos conceitos de restauração, mas manteve a autenticidade original. A Indagare refere um restaurante requintado e contemporâneo, que conta ainda com tetos ricamente decorados. No seu site, a Hobnob afirma que é preferível reservar com alguns dias de antecedência, já que o restaurante é um local para ocasiões especiais. O autor refere também que os clientes devem vestir-se a rigor. Os clientes são recebidos por um segurança. A equipa, sempre cortês, serviu ao autor um Negroni, que se diz ser uma excelente bebida para pedir no palácio. Ao autor foi atribuído um séparé espaçoso. O autor observa que, além de receber grupos numerosos, o restaurante dispõe de salas exclusivas para eventos privados. Uma delas é descrita como tão impressionante quanto o salão principal. Todos os vinhos são portugueses e o autor dá especial atenção ao vinho verde. No âmbito da legislação vitivinícola portuguesa, o vinho verde é uma Denominação de Origem Controlada e também a maior denominação de origem do país. Trata-se de um vinho jovem, produzido a partir de várias castas, que conserva ainda uma ligeira gaseificação. São indicados preços na ordem dos 50 € por refeição no Palácio Chiado. Os pratos principais incluem um bife Angus e também carne Wagyu. O Palácio Chiado está aberto todos os dias: das 12h30 às 00h00 de domingo a quarta-feira e até às 02h00 de quinta-feira a sábado. Segundo o Tripadvisor, o restaurante tem uma classificação de 4,5 com base em mais de 2500 avaliações. Para mais informações, pode ligar para o +351 210101184 ou enviar um email para geral@palaciochiado.pt.ChiadoRestaurantes
Pensão AmorA Pensão Amor fica na Rua do Alecrim 19, 1200-292 Lisboa, no bairro do Cais do Sodré. Até ao século passado, marinheiros de muitos países desembarcavam no Cais do Sodré, onde os bares tinham nomes de capitais europeias. Era o centro boémio da cidade, onde burgueses, escritores, fadistas, espiões e prostitutas se misturavam. Seguiu-se um período de decadência e abandono, e o bairro renasceu quando a Pensão Amor abriu, em 2011. Em 2022, foi concluído um restauro profundo. No interior, a paleta de cores é rica e carmesim, e as paredes exibem obras de arte eróticas. As salas estão decoradas com lustres de cristal, sofás de veludo e cortinas cintilantes, e há salas laterais mais resguardadas, reservadas a encontros íntimos. O Frommer's compara o ambiente geral ao de um opulento bordel eduardiano. Nas traseiras, esconde-se uma livraria picante. No andar de cima, em divisões que pertenceram a um bordel verdadeiro, funciona uma mistura eclética de negócios: um estúdio de pole dance, um spa e um fabricante de espartilhos de luxo. De dia, o espaço funciona como um ponto de encontro discreto para tomar um café ou um cocktail. Depois de anoitecer, a programação pode incluir espetáculos de burlesco, jazz ao vivo, sessões de DJ ou tertúlias literárias. As salas servem também, por vezes, de pistas de dança e de palco para espetáculos-surpresa de pole dance, festas temáticas, encontros de poesia, peças de teatro e música ao vivo. Uma sugestão: venha entre as 17h00 e as 19h00 para uma bebida tranquila enquanto explora as salas e a arte, e volte depois das 23h00 para o ambiente de clube e as atuações ao vivo. Em meados de 2023, abriu o Madam's Lodge, que convida os hóspedes a ficar nos quartos das meretrizes. Objetos pessoais, documentos do negócio e mensagens misteriosas em cada recanto revelam a vida do antigo bordel na década de 1960, quando as prostitutas podiam exercer legalmente. O alojamento assinala os 60 anos da proibição da prostituição em Portugal. Os quartos têm isolamento acústico, embora a animação noturna da rua lá fora possa fazer chegar algum ruído residual. O espaço está aberto de segunda a quarta, do meio-dia às 2h00, e de quinta a sábado, do meio-dia às 4h00. Os preços indicados são 1€ por um café, 4€ por uma aguardente portuguesa, cerca de 8€ pelos cocktails e cerca de 5€ por um prato de queijos portugueses. O bar não aceita reservas e funciona por ordem de chegada, sendo provável haver fila à porta nas noites de sexta e sábado. Uma segunda entrada nas traseiras, na Rua Nova do Carvalho, dá acesso a uma escadaria ladeada de obras de arte alusivas a espetáculos de striptease. Em termos de transportes, há a estação de metro do Cais do Sodré e o elétrico 25E.Cais do SodréBares & Vida Noturna
ProcópioO Procópio é um bar de cocktails no bairro do Príncipe Real, em Lisboa, no Alto de S. Francisco 21 A, na Rua João Penha, 1050 Lisboa. Fica junto ao Jardim das Amoreiras e ao término do aqueduto do século XVII. O site do bar indica que o Amoreiras Shopping e a estação de metro do Largo do Rato ficam a cinco minutos a pé e que o Marquês de Pombal fica a dez minutos a pé. Vista da rua, a casa parece uma habitação comum. Os clientes tocam à campainha ou batem à porta e esperam que os convidem a entrar. A porta é vermelha. O bar abriu em 1972. Luís e Alice Pinto Coelho idealizaram-no depois de uma visita ao Procope, um bar e restaurante de Paris. De regresso a Lisboa, criaram-no num espaço onde em tempos tinham funcionado uma carvoaria e uma chapelaria. Todo o conceito foi obra deles, desde a disposição do espaço e a decoração de interiores até ao mobiliário e à colocação dos elementos decorativos. Luís Pinto Coelho ofereceu cinco "pérolas" à cidade, e o Procópio é uma delas. No interior, o bar segue o modelo dos bistros franceses. Segundo o site, está decorado inteiramente com peças originais do período romântico, sobretudo de Arte Nova. O site descreve-o também como o irmão mais velho dos bares lisboetas Paródia, Foxtrot e Pavilhão Chinês. O ByChefs fala de um espaço que lembra um bistro parisiense dos anos 1920, de luz baixa, com assentos de veludo vermelho, painéis de madeira escura, espelhos antigos, quadros de época e um velho piano a um canto. O site menciona ainda uma sala acolhedora e uma esplanada. Servem-se cocktails e outras bebidas, e a carta de bebidas indica que as pipocas e o IVA estão incluídos. O Procópio continua nas mãos da família e é hoje gerido pela terceira geração. Alice Pinto Coelho, atualmente a proprietária, continua a ser a gerente e a anfitriã, e muitos a consideram o segredo do sucesso e da longevidade do bar. Maria João Pinto Coelho, a filha mais velha, está encarregada da comunicação, e Sofia Pinto Coelho trata das relações públicas. Os netos Tomás e Martim trabalham no bar. Escritores, filósofos, artistas, jornalistas, diplomatas, publicitários e políticos encontraram-se aqui e continuam a fazê-lo. O horário de funcionamento é de terça a sexta-feira, das 19:00 às 02:00, e ao sábado, das 20:00 às 02:00. O bar está encerrado à segunda-feira e ao domingo. Outras fontes apresentam horários diferentes. O site do bar indica das 18h às 3h nos dias úteis e das 21h às 3h aos sábados. Acrescenta que o bar fecha aos domingos e feriados, exceto no 25 de Abril, Dia da Revolução dos Cravos. O número de telefone é +351 213 852 851 e o site é barprocopio.com.Príncipe RealBares & Vida Noturna
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