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Praça da Constituição de 1976Abre num novo separadorSão Bento · Parques & JardinsPequeno espaço, situado em frente ao novo edifício da Assembleia da República, onde se pode ver a estátua de José Estevão de Magalhães, notável político e orador parlamentar português, da autoria do escultor Vítor Bastos, ...
Praça da FigueiraAbre num novo separadorMouraria · Praças, Ruas & PontesA Praça da Figueira, cujo nome remete para a árvore do figo, é uma praça pública no centro de Lisboa, situada na Praça da Figueira, 1100-240 Lisboa. A ficha do local coloca-a no bairro da Mouraria, enquanto outras descrições a situam na Baixa. Funciona como um importante nó de transportes e como porta de entrada para explorar o centro histórico, e os lisboetas usam-na como ponto de encontro. Os autocarros passam constantemente pela praça, os vendedores montam as suas bancas e os edifícios em redor exibem fachadas oitocentistas, balcões de pastelaria e vistas para o castelo. O local tem um passado com várias camadas. Antes do terramoto de 1755, ali ficava o Hospital Real de Todos-os-Santos, o principal hospital de Lisboa. O terramoto destruiu-o, e os comerciantes começaram a juntar-se sobre as suas ruínas. A zona acabou por se tornar o mercado central da cidade e, no século XIX, era o principal local onde os lisboetas faziam as compras do dia a dia. Construiu-se para o efeito uma estrutura de ferro, à semelhança de mercados como o de Covent Garden, inaugurada pelo rei D. Luís e pela rainha D. Maria Pia em 1885. Uma fonte descreve um pavilhão coberto de 8000 metros quadrados construído na década de 1880. O mercado foi encerrado e mandado desmantelar em 1947 para abrir a praça ao trânsito, embora outra fonte aponte 1949 como o ano em que o pavilhão foi retirado. O elemento central da praça é uma estátua equestre em bronze de D. João I, o monarca do século XIV ligado à independência de Portugal em Aljubarrota. Esculpida por Leopoldo de Almeida, foi inaugurada em 1971. Serve também como um prático ponto de encontro. O grande mercado permanente desapareceu há muito, embora por vezes surjam pequenos conjuntos de bancas ou eventos sazonais. Uma publicação de blogue de dezembro de 2014 refere que a Praça da Figueira acolhe, no último fim de semana de cada mês, um mercado temporário chamado Figueira Marca-te. Reúne produtores locais, produtos regionais e artesãos, com chás, chocolates, doces conventuais, enchidos, sandes de leitão, vinho quente no inverno e pães de várias regiões de Portugal, acompanhados de queijos do Alentejo e da Serra da Estrela. A estação Rossio, na linha Verde do Metro, tem uma saída diretamente para a praça, e a Estação Ferroviária do Rossio, usada para as excursões de um dia a Sintra, fica a poucos passos. Várias carreiras da Carris e ligações de elétrico param à volta da praça. Para doces, a Confeitaria Nacional, fundada em 1829, é conhecida pelo bolo-rei da época, e as ruas laterais em direção ao Rossio e à Baixa têm tascas e padarias.
Praça das FloresAbre num novo separadorPríncipe Real · Praças, Ruas & PontesA Praça das Flores é uma praça situada na freguesia da Misericórdia, em Lisboa. Fica próxima do Palácio de São Bento (Parlamento), sendo limitada pela Rua Nova da Piedade, Rua da Palmeira e Rua de São Marçal. Na praça encontra-se o Jardim Fialho de Almeida.
Praça da Viscondessa dos OlivaisAbre num novo separadorParque das Nações · Praças, Ruas & Pontes
Praça de AngolaAbre num novo separadorAmadora · Parques & JardinsSituado na freguesia da Venteira, o Parque Bairro Janeiro disponibiliza um parque infantil com 10 brinquedos, uma ciclovia e um circuito pedonal com 3 corredores. Estes equipamentos estão inseridos no perímetro em redor do Pavilhão Desportivo Municipal José Caeiro e da EB1/JI da Venteira.
Praça de GoaAbre num novo separadorBelém · Parques & Jardins
Praça de LondresAbre num novo separadorSaldanha · Praças, Ruas & PontesA Praça de Londres é uma praça do Bairro do Areeiro, desenhada em 1938 pelo arquitecto e urbanista João Faria da Costa, na freguesia do Areeiro. Ao meio da praça encontra-se um jardim, do lado Oeste a Igreja de São João de Deus, do arq. António Lino, a Nordeste a Torre desenhada por Cassiano Branco, a Noroeste a sede do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, do arq. Sérgio Andrade Gomes e, a Sudeste, a Pastelaria Mexicana, desenhada pelo arq. Jorge Ferreira Chaves.
Praça de MalacaAbre num novo separadorBelém · Parques & Jardins
Praça de São PauloAbre num novo separadorCais do Sodré · Praças, Ruas & Pontes
Praça de Touros do Campo PequenoAbre num novo separadorSaldanha · Pontos de Interesse & MonumentosA Praça de Touros do Campo Pequeno é a praça de touros de Lisboa. Fica na Avenida da República, no bairro do Saldanha, no Campo Pequeno, 1000-306 Lisboa. As obras começaram em 1890 e a praça foi inaugurada em 1892. O arquiteto, António José Dias da Silva, inspirou-se na praça de touros de Madrid e seguiu um estilo neomudéjar. A estrutura é circular e tem quatro torres octogonais, cada uma rematada por uma cúpula arabesca. O tijolo cor de laranja e os arcos mouriscos marcam as portas e as janelas. A torre ocidental é a entrada principal e tem um torreão de cada lado. A arena interior mede 80 metros. Tem 6848 lugares para touradas e, nos concertos, a lotação sobe para 10 000 pessoas. Um decreto de 24 de janeiro de 1983 classificou o edifício como Imóvel de Interesse Público. Substituiu a praça de touros do Campo de Santana, que funcionou de 1831 até 1888. Nesse ano, uma vistoria proibiu a sua utilização devido ao mau estado de conservação. A 19 de fevereiro de 1889, a Câmara Municipal de Lisboa cedeu terrenos no Campo Pequeno à Casa Pia, a instituição que ainda hoje organiza as touradas em Lisboa. Devido a complicações financeiras, a Casa Pia concedeu a uma empresa privada o direito de construir e explorar a praça durante 90 anos. Findo esse prazo, o edifício reverte gratuitamente para a instituição. Acionistas portugueses pagaram o custo da construção, de 161 200$000 réis, e deviam à Casa Pia uma renda anual de 3500$000 réis. Um restauro profundo no início do século XXI ficou concluído em 2006. O anel exterior manteve-se estruturalmente inalterado e foi apenas reparado e reforçado. A alteração mais significativa foi uma cobertura amovível, que permite utilizar a arena durante todo o ano para diferentes fins. Por baixo dela encontram-se agora um centro comercial, restaurantes, um supermercado Pingo Doce e um multiplex de cinema. Rui Bento Vasques dirige as atividades tauromáquicas desde a reabertura em 2006. As touradas realizam-se habitualmente na primavera e no verão, e um visitante foi informado de que a temporada vai da Páscoa a outubro. O Museu do Campo Pequeno aborda a história do edifício, a tauromaquia portuguesa e a arquitetura por detrás dele. Um visitante pagou 3 € por pessoa, e o bilhete incluía uma vista para a arena a partir da galeria superior. Entre as peças expostas havia trajes usados por toureiros e muitas fotografias de touradas. A Linha Amarela do Metro de Lisboa para na estação Campo Pequeno. Quem não se interessa por touradas pode consultar a programação. Uma feira de artesanato, uma exposição ou um concerto em recinto fechado permite espreitar a arena sem assistir a uma tourada.
Praça do CaféAbre num novo separadorAlcântara · Cafés & Casas de Café
Praça do ChileAbre num novo separadorSaldanha · Praças, Ruas & PontesA Praça do Chile é uma praça da freguesia de Arroios, em Lisboa. Tomou a atual designação em 1928 em homenagem à República do Chile.
Praça do ComércioAbre num novo separadorBaixa · Praças, Ruas & PontesA praça virada para o porto, na Baixa de Lisboa, tem o nome oficial de Praça do Comércio. Fica em 1100-148 Lisboa, tem 175 metros de lado e ocupa cerca de 30 600 metros quadrados, o que faz dela uma das maiores praças públicas da Europa. Localmente, é conhecida como Terreiro do Paço, ou seja, a «praça do palácio», e evoca o edifício palaciano que outrora ali existia. O Paço da Ribeira foi construído fora das muralhas de Lisboa pelo rei D. Manuel I. Mais tarde, foram construídos um estaleiro naval (a Ribeira das Naus) e a Casa da Índia. A 1 de novembro de 1755, no reinado de D. José I, um violento terramoto, seguido de um tsunami, arrasou o palácio e a maior parte da cidade. O primeiro-ministro de D. José I, o Marquês de Pombal, dirigiu a reconstrução de muitas zonas de Lisboa depois do terramoto de 1755. O plano incluía arcadas e terminava em dois grandes torreões. O torreão nascente e o Arco da Rua Augusta, desenhado por Santos de Carvalho, só ficaram concluídos muito mais tarde, no século XIX. As estátuas no topo do Arco, concluídas em 1873, representam figuras importantes da história portuguesa, como Vasco da Gama e o Marquês de Pombal. No século XIX, a praça acolhia importantes ministérios do governo português, como o da Agricultura e Marinha, o da Administração Interna e o das Finanças. Antes da Revolução dos Cravos, também lá funcionavam ministérios importantes, como os da Guerra e da Marinha e o das Colónias. A praça representava, assim, todo o Governo português. Hoje, a estação de metro fica por baixo da praça. De um lado há um terminal de ferries e do outro circulam elétricos. A Condé Nast Traveler destaca as arcadas e o Cais das Colunas e refere que os edifícios da praça estão pintados num amarelo-girassol. Segundo a Visit Lisboa, o Arco da Rua Augusta é outro bom miradouro. Dali vê-se também a calçada portuguesa e o rio Tejo. O escultor Machado de Castro fez, em 1775, a estátua equestre do rei D. José I, montado no seu cavalo Gentil, que esmaga as serpentes. A Pousada de Lisboa fica mesmo ao lado e é o antigo Ministério do Interior.
Praça do Duque da TerceiraAbre num novo separadorCais do Sodré · Praças, Ruas & Pontes
Praça do Duque de SaldanhaAbre num novo separadorSaldanha · Praças, Ruas & PontesA Praça do Duque de Saldanha é uma das principais praças da cidade de Lisboa, partilhada pelas freguesias de Arroios e Avenidas Novas. Tomou a atual designação em 1909, em homenagem ao Marechal Duque de Saldanha. Na praça convergem duas das principais avenidas de Lisboa, a Avenida Fontes Pereira de Melo a sul e a Avenida da República a norte. Converge ainda na praça a Avenida Praia da Vitória e a Avenida Casal Ribeiro.
Praça do ImpérioAbre num novo separadorBelém · Praças, Ruas & PontesO Jardim da Praça do Império é um jardim público de 3,3 hectares em Lisboa, na freguesia de Belém, perto do Mosteiro dos Jerónimos. Foi construído em 1940 por ocasião da Grande Exposição do Mundo Português, numa zona anteriormente conhecida como "praia do Restelo". O lago central exibe brasões de navegadores do período dos Descobrimentos, e os jardins apresentam 30 brasões florais representando os distritos portugueses, os arquipélagos e as ex-colónias, além das cruzes de Cristo e de Avis.
Praça do ImpérioAbre num novo separadorBelém · Parques & JardinsO Jardim da Praça do Império é um jardim situado em Lisboa.
Praça Dom Pedro IVAbre num novo separadorBaixa · Pontos de Interesse & MonumentosO nome oficial da praça da Baixa lisboeta vulgarmente conhecida como Rossio é Praça Dom Pedro IV. «Rossio» designa um tipo de grande praça pública e é um nome antigo do local. O nome oficial, uma homenagem a D. Pedro IV, rei de Portugal e primeiro imperador do Brasil, foi atribuído no século XIX. Ainda assim, o nome antigo continua a ser usado. O Rossio está aberto ao público a qualquer hora. Os turistas costumam visitar e fotografar os monumentos da praça. Um dos marcos mais destacados da praça é a coluna com a estátua de bronze de D. Pedro IV. A coluna tem 23 m de altura e foi erguida em 1870. Na base da coluna há estátuas de figuras alegóricas de várias virtudes. Diz-se que a estátua foi encomendada para representar Maximiliano do México, mas isso não é historicamente exato. Ao lado da coluna ficam duas fontes barrocas idênticas, decoradas com figuras de seres mitológicos. À noite, as fontes são iluminadas. O centro da praça está fechado ao trânsito automóvel e tem uma calçada de pedras pretas e brancas com um desenho ondulado. As pessoas encontram-se nos bancos da praça e no pedestal do monumento. Os táxis e outros meios de transporte circulam à volta do centro. O magnífico Teatro Nacional Dona Maria II coroa o lado norte da praça. Foi erguido em meados do século XIX em estilo neoclássico, no local do Palácio dos Estaus, do século XV, onde funcionava a sede da Inquisição. Em 1964, um incêndio destruiu grande parte do interior do teatro, que só voltou a abrir ao público em 1978. A fachada do teatro é rematada por um frontão com esculturas de Apolo e das musas e é sustentada por seis colunas jónicas. A estação ferroviária do Rossio, no canto noroeste da praça, era a estação central de Lisboa quando abriu, em 1887. A fachada em estilo neomanuelino emoldura um conjunto de arcos em ferradura, e a estação serve atualmente os comboios para Sintra. A estação Rossio do Metropolitano de Lisboa, na linha Verde, dá acesso à praça. A praça é conhecida pela sua animada cultura de cafés.
Praça do Tejo Gastropub MarvilaAbre num novo separadorLisbon · Restaurantes
Praça Ernesto Melo AntunesAbre num novo separadorAmadora · Parques & Jardins
Praça Francisco Sá CarneiroAbre num novo separadorLisbon · Praças, Ruas & PontesA Praça Francisco Sá Carneiro, mais conhecida como Praça do Areeiro, situa-se na fronteira entre as antigas freguesias de São João de Deus e Alto do Pina, atualmente reunidas na freguesia do Areeiro. A praça insere-se no plano do Bairro do Areeiro, desenhado em 1938 pelo arquiteto e urbanista João Faria da Costa, ficando o projeto dos edifícios da praça a cargo do arq. Luís Cristino da Silva. A praça é unanimemente considerada um dos marcos do denominado Português Suave.
Praça João do RioAbre num novo separadorSaldanha · Praças, Ruas & PontesA Praça João do Rio é uma praça da cidade de Lisboa, em Portugal.
Praça João do Rio ou O Segundo Poema do Português ErranteAbre num novo separadorSaldanha · Monumentos & Edifícios Históricos · Foto ilustrativaBloco de pedra de forma irregular localizado no Jardim da Praça João do Rio, que apresenta a inscrição de um poema de Manuel Alegre: Praça João do Rio ou o Segundo Poema do Português Errante.
Praça Martim MonizAbre num novo separadorMouraria · Praças, Ruas & Pontes
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